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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Homem Duplo - p.149

Papéis melhor definidos, cada personagem começa a ganhar seu lugar e seu jeito.

Ninguém se mostra totalmente de um lado da vida, nenhum bonzinho completamente, nenhum malvado plenamente.

Lemos as primeiras pistas a respeito da duplicidade do tal homem, só não sabemos se pelas drogas ou pelo trabalho de agente infiltrado.

Outros tantos questionamentos surgem pela natureza da atividade do policial, suas ações e preocupações.

Há certo sarcasmo nas situações nonsense vividas pelo trio principal, sempre sob o efeito de drogas, a turvar sua visão da realidade.

Alguns mistérios chegaram para aquecer o ritmo, mas ainda assim este é morno, sem grandes emoções.

Cheguei à página 149
Avaliação : 4

terça-feira, 12 de julho de 2011

O Homem Duplo

Outra aventura de K.Dick, mais psicodelia logo de cara, é impactante tamanha distorção da realidade.

Ao menos, desta vez, fica mais fácil de explicar, afinal o mote está diretamente relacionado ao consumo de drogas.

Engatar no enredo traz alguma dificuldade, meio nebuloso como na outra obra, com personagens pouco definidos.

Misterioso o fato de ainda assim despertar o interesse, nos deixa curiosos para descobrir que rumos tomará.

Raros detalhes foram apresentados, nem cenários extensos pintados, com a história seguindo um ritmo meio lento.

Aguardo melhoras e mais emoções...

Cheguei à página 55
Avaliação : 4

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Arte da Palavra - p.156

Coragem, coragem para enfrentar o desafio de usar a caneta e escrever, de concretizar, de fazer acontecer.

Parceira da coragem vem a convicção, propriedade sobre o assunto, verdade desvelada paulatinamente.

Convictos de nossas decisões e ideias vamos finalmente à luta, para desafiar os marasmos e o tempo, para iluminar.

Como conclusão do livro, o autor agradece, provoca no último impulso para revolver todas as linhas visitadas até então.

Depois da conclusão ainda tem mais, uma bibliografia comentada, com 100 livros, um mimo de alguém apaixonado por esta arte.

Bibliografia para guardar e colecionar, conquistar livro a livro, quem dera fosse possível mergulhar em todos de uma só vez...

Que referência!

Ao final, eu pediria licença para fazer uma crítica ao subtítulo da obra, formal, meio quadrado, descompassado com a prosética deliciosamente destilada por suas páginas.

Pode promover enganos aos mais incautos, e até aos mais cautos, pode provocar desistências, desperdícios de uma sublime oportunidade.

Terminei
Avaliação : 5

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A Arte da Palavra - p.98

O artista continua sua pintura, devoção à arte que mais aprecia...

Lemos sobre a transmutação de autor em texto, letras, palavras, frases a nos representar, materializar.

Seguimos para a discussão da influência, da inspiração por outros autores, o "plágio criativo", como bem batizou o autor.

Reconhecer a influência e o transpirar de nossos mestres em nossos textos, ato impossível de escapada, repleto de mérito e reverência.

Neste trecho, Gabriel faz uma digressão sobre a língua materna e seu poder sobre nós, sobre a produção e a leitura de cada um.

Pareceu-me um tema desconectado daquelas páginas, apesar de interessantemente discutido.

Merece certamente uma releitura, bem ao gosto do fornecedor...

De resto, continuamos embalados pela poética e afiada prosa de Perissé, inspiradora e provocadora.

Cheguei à página 98
Avaliação : 5

A Arte da Palavra

Nada melhor do que assistir uma homenagem à arte pelas mãos de um grande artista...

O prefácio, uma verdadeira homenagem do seu mestre e destacado pensador.

Logo na introdução, Gabriel alerta não estarmos diante de um manual de escrita, mas antes um exercício da leitura da vida.

Começamos nos interessando pelo entendimento de nosso leitorado, expressão extremamente bem sacada, cheia de recônditos para passearmos e apreciarmos, bem ao gosto do autor.

Reconhecer o destino de nossa expressão é só primeiro singelo passo.

Continuamos com a avaliação de nosso transbordo, nosso derramar pelas letras, prospectando o conteúdo particular a expor.

Num ciclo de recriação contínua, esvaziamos um pouco por vez para nos encher de ideias e proliferá-las.

Com seu estilo leve e profundo, Perissé nos encanta e conduz sem percebemos, fala de cátedra daquilo que faz como poucos.

Entusiasmados seguimos mais essa viagem, com o bom gostinho conhecido de outras tantas excursões por sua obra.

Oba!

Cheguei à página 49
Avaliação : 5

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O Fascinante Império de Steve Jobs - p.368

Dezenas de milionários em poucos meses, uma marca impressionante, somente possível em outros tempos de mercado.

Rios de dinheiro, novos cenários e outros tantos fatores abalaram as estruturas fundadoras da empresa.

Novos desafios surgiram, concorrentes ferozes e ávidos pelas benesses da novidade do computador pessoal redefiniram as forças a se enfrentar.

O livro segue o texto da edição anterior até os tempos do ocaso de Steve Jobs na corporação e dela própria, ocorrido há mais de 20 anos.

O último capítulo, adicionado nesse revisão, faz um apanhado geral do ressurgimento da empresa nos últimos anos, última década.

Poucas páginas, quase um artigo, para ressaltar o brilhante impacto de suas novas e fundamentais contribuições para a vida contemporânea.

Equívoco similar ao título, afinal não se trata de uma obra sobre uma pessoa, mas a história de uma organização.

De qualquer forma, vale a leitura, sejamos fãs ou não, para conhecermos dos eventos mais importantes na história da computação pessoal.

Terminei
Avaliação : 3

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O Fascinante Império de Steve Jobs - p.300

Pouco demorou para a acertada busca por capital, a impulsionar as velas do empreendimento inicial.

Captação feita com novos ares de profissionalismo, assim como a intensa busca pelo marketing ideal.

Destaque dado à visão de provimento de software, numa base bem difundida, para alavancar os negócios da empresa, conceito ainda presente na empresa, já há 30 anos.

Desafios também surgiram na área de pessoal, com enormes levas de novos colaboradores e os conflitos com a turma dos primeiros anos.

Tudo caminha em busca da excelência corporativa, extremamente profissional, sem deixar de lado o ambiente descontraído e inovador.

O crescimento vertiginoso, a corrida do ouro de suas ações, os novos milionários, um burburinho quase surreal que compõe a história da corporação.

Apesar disso tudo, a narrativa ficou mais morna, desfilando fatos, números, situações, mas sem o gostinho de novidade das primeiras páginas.

Ao ganhar esse tom enciclopédico, o autor declina para uma versão mais registro histórico formal de uma biografia (ou empresagrafia...).

Cheguei à página 300
Avaliação : 3