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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Flávio Gikovate. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 14 de maio de 2014

O Mal, o Bem e Mais Além

Na balança entre o bem e o mal encontramos a disputa de poder nas relações humanas, como proposto por Gikovate, no confronto entre egoístas e generosos, mas semelhantes do que se imagina inicialmente.

Neste volume o autor faz questão de expor com lucidez sua proposta, meio justifica, mea culpa, antes de qualquer explanação ou apresentação de conceitos, ação de conquista para dirimir impressões de outros trabalhos seus do mesmo tema.

Cheio de propriedade, conquistada ao longo de extensa vida profissional, o peso inegável de suas observações, teses, suposições, nos encurrala, desnuda verdades de digestão um tanto atravessada.

Seu ponto de vista heterodoxo cutuca firmemente comodismos e falácias, desloca os pensadores contrários abertos ao diálogo, os coloca em tarefa intelectual árdua para eventual réplica.

Em torno dos dois polos de atitude, egoísmo e doação incondicional, constrói seu edifício de ideias a reforçar outros registros, sintetiza outra vez, com mais ênfase e clareza, principalmente depois de explorar inúmeros ângulos de visão sobre as bases de sua lógica.

Por fim, não deixa de conceber e discutir uma solução, o oferecimento da justiça como chave, iluminada com a revelação de matizes diferentes, a nos conduzir para outros tantos passos além.

Cheguei ao final
Avaliação : 3

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ensaios sobre o Amor e a Solidão - p.265

Vítimas da ânsia por integridade e integração, somos capturados pelos vícios na tentativa de garantir satisfação e realização.

Tanto faz, vícios do amor ou dos males do mundo, somente a maturidade de relações permitirá o desvencilhar das teias destes mecanismos perversos.

Último dos aspectos tratados, a solidão se desnuda nas formas mais populares e no enfoque dado pelo autor, mais próximo dos objetivos de serenidade nos sentimentos.

Perspectiva de difícil defesa, a proposta do autor surpreende em sua sinceridade e assertividade, desloca nosso centro para reflexões incômodas.

Nesta última parte Flávio resgata nossa atenção, resplandece com argumentação mais cativante, tal qual no princípio do livro, com suas conceituações e análises do amor.

Fim de percurso, a proximidade entre amor e solidão grita sob nova luz, recheada e recheados da inegável significância da carência humana por união.

Terminei
Avaliação : 4

domingo, 10 de junho de 2012

Ensaios sobre o Amor e a Solidão - p.172

Quantos e quantos aspectos a observar nas relações amorosas, como a solidariedade, sempre em retrospecto aos conceitos iniciais da motivação do sentimento propostos pelo autor.

Partimos para a análise do narcisismo, o amor por si mesmo, ou mesmo se podemos nomeá-lo de amor, assim como suas aproximações com a vaidade.

Depois guinamos para outra direção e a discussão sobre o ciúme, o amor/apego aos outros, também com reflexões sobre suas relações com o sentimento primeiro.

Conversa pautada na revisão, o texto constantemente nos coloca em confronto com definições bem estabelecidas, sensos comuns equivocados, repensares do aceito pela transmissão cultural.

Critério presente em boa parte dos textos, o sexo norteia comparações e distinções, se destaca em suas influências e particularidades, pontua outras tantas desmistificações.

Já não tão claras e objetivas, as linhas dão algumas voltas, repisam certos trechos para reafirmar, acabam por deixar um ar de dispensabilidade, criam um vácuo no ritmo das análises.

Cheguei à página 172
Avaliação : 3

sábado, 2 de junho de 2012

Ensaios sobre o Amor e a Solidão

Nada como uma bela introdução com reflexões do autor sobre sua trajetória no tema, em sua carreira profissional e em seus anseios pessoais.

Começamos pelo mais difícil, conceituar o amor, desafio inconcluso por Gikovate, afinal analisa aspectos do entorno para lançar alguma luz sobre assunto.

Incompletude, sentimento norteador de nossas experiências amorosas, claramente nossas digressões futuras se pautarão neste viés da vivência humana.

Persistindo na busca, vale destacar o sexo do amor, segregá-los em seus âmbitos, distingui-los em suas particularidades e desvencilhar as comuns confusões.

Voltando ao amor, analisamos as diferenças e similaridades de três conceitos amorosos, enamoramento, amor e paixão, cada qual com suas relevâncias no relacionamento interpessoal.

Seguimos em direção ao +amor, passando pela amizade, com direito a discussão de suas maturidades e nobrezas, reforço de algumas opiniões do missivista e outro dos pilares das ideias a seguir.

Numa prosa simples e direta. como num papo de fim de tarde, conversamos profundamente com bastante propriedade e clareza, leitura rica e agradável para fomentar mais desenvolvimentos.

Cheguei à página 68
Avaliação : 4