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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador yoga. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Quando é preciso ser forte

Nada como conhecer a biografia de alguém através de sua própria palavra, de suas linhas traçadas de próprio punho, obviamente com a devida atenção às tendências inerentes, por mais isento que o autor procure ser.

Em tom cordial e familiar, DeRose conta sua história como um parente a resgatar memórias, a traçar caminhos, sempre com meticuloso cuidado na elaboração, cioso na construção de seu texto e lógica.

Sem papas na língua, com a autenticidade e sinceridade dos experientes e vividos, descreve cronologicamente seu caminho de desenvolvimento, em meio a frutos bem particulares e percalços desafiadores.

A leitura ilumina enormemente sua biografia, guarda surpresas interessantes e condiz, adere, compactua, com todas as suas outras obras, até mesmo reforçando, frisando, sua idiossincrasia e os aspectos do seu método.

Embora apenas no começo de suas páginas, podemos vislumbrar uma legítima epopeia de alguém bem humano e determinado na busca de suas verdades, prato cheio para criar a expectativa pelos próximos causos.

Cheguei à página 132
Avaliação : 4

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Yoga, Imortalidade e Liberdade - p.400

Com o percurso pela Índia aborígine parece que conseguimos captar as motivações de tão extensa descrição, ainda que não tão explicitamente, ao menos o autor tece frases mais diretas.

Em retrospecto, com a leitura das páginas assentada, assimilamos melhor as conexões da cultura descrita com os ideias de imortalidade e liberdade.
 
 Visão holística de tema tão ancestral e ubíquo naquela sociedade, só poderia se encerrar em vastas explanações, embora alguns recortes mais precisos e focados pudessem ser concebidos.

Por fim, apesar de sucintas, as conclusões expressas por Mircea permitem entender o arraigamento do Yoga na cultura indiana, vislumbrar o panorama e indicar caminhos para mais estudo.

Além do estímulo para futuras visitas ao tema, novas investidas em pesquisa, sentimo-nos ao término como que convidados para incorporar, nem que em parte, os bons preceitos oriundos de tais práticas e máximas filosóficas.|

Cheguei ao final
Avaliação : 4

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Yoga, Imortalidade e Liberdade - p.254

Entre idas e vindas, assistimos a apresentação de outras correntes conectadas ao assunto, como o tantrismo, pleno de seus rituais e atenção ao corpo, associados a fortalecimento como no Yoga.

A descrição realizada derruba mitos e enfatiza a densidade do pensamento tântrico, mas não consegue denotar claramente a importância de sua discussão na compreensão das ideias do autor.

Ocorre de maneira similar o discurso sobre a alquimia, ressaltando o aspecto da transformação presente nas linhas de pensamento de ambos movimentos, mas sem marcar qual sua herança, sua prioridade.

No empenho seguinte, a envolver a Índia aborígine, percebemos que talvez a amplitude filosófica e histórica da prática torne difícil delinear claramente os contornos, as fronteiras, provocando o pensador a relatar, a simplesmente expor, elementos culturais constituintes do cenário.

Nos encaminhamos para o final, com a expectativa de alguma conclusão para amarrar tantas pontas, para aglutinar as ideias de imortalidade e liberdade propostas no título da obra.

Cheguei à página 254
Avaliação : 3

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Yoga, Imortalidade e Liberdade - p.170

Encerrado o percurso pelos mecanismos do Yoga, voltamos às origens da cultura indiana, para entender melhor as raízes, as influências que culminaram na formulação de Pantajáli.

Vedas, bramanismo, elementos permeados de ancestralidade e história a contribuir em sua formação, a partilhar princípios e ensinamentos.

Do passado para os movimentos que foram influenciados por seus fundamentos, ou que pelo menos possuem intersecções, compartilham estruturas e concepções, como o budismo, ainda que nem sempre reconhecidos.

O extenso descrever e o rigor da demonstração tornam a leitura árdua, mas ao mesmo tempo irresistível, permitindo o acesso ao grande esquema do desenvolvimento daquela prática / filosofia.

Desvendar tais horizontes, conceder espaço para a exposição de outro modo de abordagem da existência, exercício reforçado que acompanha nosso percorrer pelas páginas e linhas do livro.

Cheguei à página 170
Avaliação : 4

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Yoga, Imortalidade e Liberdade


Descrever com rigor ocidental o estudo aprofundado de uma filosofia oriental, logo de início o autor nos impressiona com as dimensões de seu empenho e proposta.

Inicia pela exploração da doutrina do Yoga, com sua ambientação sociocultural e o arcabouço de ideias e outros pilares fundamentais no entendimento daquela cultura.

Partimos então para a compreensão da prática, sem nos atermos nos pormenores de execuções, mas nos preceitos e mecanismos desenvolvidos e objetivos pretendidos.

Imersão completa neste universo, observamos em detalhes a evolução da doutrina, suas raízes e seus ideais, torcemos nossas visões irraigadas para tentar colocar certa luz na análise.

Com volume impressionante de informações e referências, apenas demos os primeiros passos nessa proveitosa caminhada, mas ansiamos pelas próximas curvas, já tentando conter o apego e acalmar a mente. Desafiador...

Cheguei à página 82
Avaliação : 5