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Roy Tanck and Amanda Fazani
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terça-feira, 19 de abril de 2011

A Liberdade Possível - p.320

Medo da felicidade, pilar central idealizado pelo autor, repetidas vezes rebatido e anunciado, tem que ser ressaltado.

Também de vital importância as nuances do controle, social e pessoal, impostos e perseguidos por cada pessoa.

As ditaduras ocorrem em todos os sentidos, mesmo com as mais suaves atitudes, quando impomos nosso ponto de vista ou almejamos certas idealizações.

Discutindo a liberdade seguimos caminhos tortuosos, fomos confrontados com nossas principais ilusões.

Conseguir enfrentá-los e encarar a realidade, com toda a insignificância humana, é a chave para obtenção do ser livre, por mais doído que possa ser.

Desnudados frente aos mistérios da vida, talvez atingimos a paz da condição de libertos.

Ao final, o autor faz primorosa e resumida revisão do trajeto, pontuando novamente com clareza sua linha de raciocínio.

Este é daqueles trabalhos para revisitarmos, refletirmos com mais calma, apreciarmos com mais paciência cada sabor.

Notória a revelação de um grande conhecedor e teórico do difícil e sutil conceito da liberdade, apoiado sobre os ombros de sólida experiência profissional.

Terminei
Avaliação : 5

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A Liberdade Possível - p.214

Amor e sexo, os dois ingredientes apresentados na formação de nossos contornos da liberdade.

Exemplos interessantes são aventados, como o machismo na forma de expressão da inveja masculina pela condição feminina.

Não é fácil reconhecer, admitir, as facetas humanas esculpidas pela herança psicológica homo sapiens.

Das emoções para a razão, seguimos com a apresentação da racionalização do cotidiano.

Difícil controlar e sofrível consegui-lo, pior escolher ser consciente ou se deixar alienar.

Acabamos concordando com o autor, quase tudo na humanidade é movido pela vaidade, em seu diversos graus, nos mais distintos âmbitos.

Em ambiente tão fecundo e tão suscetível a influências, se torna continuamente complicado conciliar nossos dois mundos e buscar a liberdade possível.

Percebemos na narrativa a solidez do conhecimento adquirido pelo autor e expressão de toda sua maturidade profissional.

A reveladora obviedade oculta de certas exposições nos surpreende e deixa um gosto dúbio na apreciação de seu livro, entre fascínio e desfeita.

Parei na página 214
Avaliação : 5

sábado, 16 de abril de 2011

A Liberdade Possível

Conceituar a liberdade é o primeiro passo para discuti-la, para tentar entendê-la ou almejá-la.

Colocada como equilíbrio entre os desejos internos e nossas ações possíveis, percebemos a importância da psicologia na análise.

Nem o egoísta, nem o generoso, enquanto extremos de uma postura, são exemplos de caminhos para obtenção da tão almejada condição livre.

Discutimos nossas diferenças e aprendemos que o melhor a se fazer é reconhecê-las e aceitá-las.

As soluções para a liberdade devem se apresentar em diversas formas.

O autor procura também apresentar nossos impulsos básicos, colocando-os como fundadores de nossos anseios, consequentemente afetando nossa percepção de ser livre.

Faz-se extensa consideração sobre as questões do amor, razões, situações e condições, a implicar nas ideias libertárias humanas.

De estilo direto e agradável, o psicólogo nos confronta com muito do senso comum, revelando inúmeras de nossas ilusões.

Ainda um pouco enevoado, o tema segue em ritmo prazeroso de desenvolvimento.

Parei na página 113
Avaliação : 4