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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Alex no País dos Números. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Alex no País dos Números - p.490

Chegamos à região das probabilidades e sua aplicação no mundo dos jogos, seguros e mercado financeiro, com ênfase quase total no primeiro assunto.

De grande utilidade para o entendimento do assunto seguinte, as formas normais e sua presença na natureza, na vida, no ser humano.

Por fim, adentramos no último capítulo em tema bem mais avançado, superfícies hiperbólicas e topologia, de digestão para poucos.

Para fechar com chave ouro, o autor encerra seu livro com Cantor e seus infinitos, a mudar nossa percepção do real.

Demais!

Completam a obra glossário, demonstrações de alguns exemplos tratados anteriormente e bibliografia ricamente comentada, para aguçar um pouco mais o nosso interesse.

Longe de ser fácil, Bellos nos acompanha por esse delicioso passeio pela terra dos números, num belo extrato desta vasta área do conhecimento.

Indispensável para os apaixonados pelas ciências ou admiradores da linguagem das contas.

Terminei
Avaliação : 5

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Alex no País dos Números - p.315

Nada como uma boa brincadeira para ganharmos mais alguma intimidade com o mundo dos números.

Não fomos em nada poupados pelo autor e a lista se estendeu por todos os cantos: tangram, sudoku, cubo mágico e outras diversões com motores matemáticos.

Seguimos com séries, verdadeiros quebra-cabeças, outra forma lúdica de exercitarmos as operações em nossos neurônios.

Detalhadas em seus mecanismos e segredos, elas surgem de todas as partes do planeta, sendo carinhosamente tratadas por legiões de aficionados.

Lá pelo meio do caminho, páginas com fotografias ilustrando personagens mencionados e a mencionar, maneira concreta de nos aproximarmos mais dos relatos.

Há poucas páginas adentramos a região da proporção áurea e suas correlações, prometendo mais revelações e descobertas.

Fico em dúvida da reação de não-iniciados ao conteúdo do livro, mas para quem conhece e curte parece um poço sem fim, misturando lembranças de estudos e novidades.

Cheguei à página 315
Avaliação : 5

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Alex no País dos Números - p.218

Viajamos à Índia para encontrar toda a ancestralidade da matemática, visitar um dos lugares reconhecidos da origem do zero e da notação posicional.

Partimos então para o pi e seu próprio mundo dentro do país dos números, sua história e riqueza, contada em verso e prosa.

Do número irracional para a álgebra, evolução na lida com as contas, expansão de nossa abstração e visão do universo.

Encontramos uma velha amiga, a régua de cálculo, objeto misterioso de colecionador, desvendado um pouquinho apenas por curtição.

Jornada conduzida com leveza e bom humor pelo autor, deslocando-nos no tempo, perdemos noção do quanto ficamos entretidos com as paisagens apresentadas.

Sinto como se assistisse um programa de viagens, bem turístico, plantando a vontade de outras voltas por estas paragens, nem que seja só para relaxar.

Cheguei à página 218
Avaliação : 5

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Alex no País dos Números - p.137

Mais algumas questões de representação e chegamos a rever o ábaco e similares, como suas técnicas modificam nossa visão dos números.

Das representações passamos às ferramentas matemáticas, em especial a geometria, em toda sua beleza na descrição da natureza e suas simetrias.

De Pitágoras a Euler, as demonstrações elaboradíssimas exercitam nossa abstração e percepção, revelam a magia das contas além dos algarismos.

Mundo dos ângulos e retas, o autor nos encaminha até o origami e seu desdobrar engenhoso, assunto atual para muitos acadêmicos procurarem entendimento maior do mundo dos números.

Nas últimas páginas tomamos contato com o nada, o zero, o vazio, sua complexa descoberta e tortuosa elaboração na cultura.

Maremoto contínuo, o livro deixa pouco tempo para o fôlego, nos inunda de referências e faz não querer parar.

Cheguei à página 137
Avaliação : 5

Alex no País dos Números

Em uma introdução envolvente, somos convidados pelo autor a acompanhá-lo na sua visita ao país dos números, terra inóspita e distante para muitas pessoas.

Nada mais adequado, afinal teremos como guia um jornalista, formado em matemática, com experiência internacional, sendo agora nosso correspondente direto do mundo das contas.

No primeiro capítulo somos apresentados aos aspectos neurológicos que nos permitem calcular e contar, suas influências e implicações na formação sociocultural, assim como o de algumas outras espécies de animais, ao menos para nos imitar nessa área.

O capítulo seguinte trata da representação numérica criada pelo homo sapiens e seus diversos sistemas e bases, com interessante contextualização social e histórica.

Em tão inicial contato já fomos expostos a um sem número de informações, um verdadeiro mar de ideais, um turbilhão de demorada adaptação, certamente capaz de consumir alguns dias de assimilação.

Nem é preciso mencionar a empolgação gerada por tão rico conteúdo...

Cheguei à página 71
Avaliação : 5