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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Eduardo Spohr. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Herdeiros de Atlântida - p.473

Conflito final, batalhas sangrentas com muita pancadaria, o ritmo empolgante da narração nos envolve e rapidamente vislumbramos o desfecho da trama.

Resultado esperado e quadradinho, terminamos bem longe do intrincado e elaborado cenário encontrado no "Batalha do Apocalipse", muitos degraus abaixo na escala de excelência.

Indigesto o encaixe de um gancho para o próximo volume no epílogo, com adição de um trecho seu, uma certa amarra para tentar cativar espectadores na aventura seguinte, atitude bem diferente da transição ocorrida nesta obra.

Desnecessário também o glossário e material de referência nas páginas finais, volumoso (10% do total do livro) e útil apenas aos desatentos sem nenhuma vivência do seu universo angélico.

Apesar da boa diversão e da boa expectativa gerada pelo caminho, repetir o sucesso de sua primeira iniciativa exige bem mais do que boa vontade, marketing e artifícios literários...

Cheguei ao final
Avaliação : 4

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Herdeiros de Atlântida - p.295

Missões reveladas, uma avalanche de informações descobertas, papéis bem declarados, a última parte da leitura manteve o ritmo e permaneceu a consumir nosso fôlego.

Alternâncias no foco narrativo, flashbacks em complemento, os recursos de contar a história se alternam e enriquecem, propiciam diversão e envolvimento, com uma boa dose de admiração.

Castas angelicais, poderes místicos, a pintura constante do universo fictício encanta com sua solidez e recheia magistralmente o enredo, sem perder de vista o mote principal.

O momento de recomposição acontece, as forças reorganizadas arremeterão em seu avanço final, nos deixam com a expectativa em alta e os ouvidos e olhos atentos.

Nem seu formato quadradinho, nem seus rumos um tanto prováveis, abalam o entusiasmo em acompanhar esse quase thriller por terras brasucas, plano astral e eras diversas.

Cheguei à página 295
Avaliação : 5

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Herdeiros de Atlântida

Apesar da desconfiança inicial pelo possível embalo de continuação, antes de qualquer movimento o autor nos recepciona com um sábio prefácio afirmativo na garantia de não cair nesta tentação.

Respeito declarado e visível logo nos primeiros avanços do enredo, encontramos seu universo fictício, mas novos personagens e situações para empolgar seus leitores.

Da missão em questão sabemos somente os objetivos mais superficiais, mais diretos e óbvios, boa quantidade de mistério e emoção começam a serem cultivados.

Rápida e intensa, a narrativa segue fielmente o estilo conhecido de Spohr, soando neste caso mais inocente, talvez por já conhecermos a obra anterior.

Descrições de cenários e contextos auxiliam quem não conhece o mundo onde entramos, revisa e completa para aqueles que retornam, com direito a rever Ablon, figurante, numa rápida passagem desta primeira parte.

Tão elaborada quanto a outra, mal percebemos e estamos enganchados, ávidos para acompanhar mais essa disputa celestial, volumosa em ardis e reviravoltas.

Cheguei à página 126
Avaliação : 5