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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Pamela Druckerman. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Crianças francesas não fazem manha - p.272

Mais escolas, outros filhos, relações matrimoniais, outros tantos aspectos da vida familiar analisados e continuamos na comparação, na tentativa de extrair alguma lição.

Claramente não há um único caminho, o melhor de todos, mas a abertura de novas possibilidades, passíveis de escolha pelo leitor, ou não.

As condições se avolumam, afinal ninguém cresce isolado da sociedade em que nasceu, as influências e temperos surgem de todos os lados, inclusive nos outros ramos da própria família.

Deixada de lado a manha, um pequeno pretexto para começar a conversa, percebemos que outras características indesejáveis, menos ao nosso gosto, também são consequência daquele estilo de criação.

Ninguém imaginou ser fácil ou simples, nem tampouco almeja perfeição, mas ganhamos inúmeras pistas de como tornar tudo mais feliz, para pais e filhos.

Cheguei ao final
Avaliação : 3

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Crianças francesas não fazem manha - p.184

O ritmo segue similar, mas com o interesse um tanto resfriado, frequentemente a autora diverge em aspectos autobiográficos, numa curva mais distante do tema principal do texto.

Seu estilo descontraído de escrita e o jeito simpático de lidar com o leitor se transformam no maior atrativo desta quase sitcom de uma americana perdida em Paris.

No trecho em questão, as observações giraram em torno de creches, escolas e a postura paterna um tanto distante daqueles franceses, pesos e medidas diversos para avaliarmos e escolhermos.

Muito mais do que tratar do comportamento das crianças, Pamela acaba construindo um tratado de comparação de dois estilos de vidas, o americano e o francês, focada nas famílias, o que acaba por refletir nos seus rebentos, dentre outras tantas consequências.

Parece que novas ideias ou conceitos se esgotaram, o principal já foi estabelecido no início da apresentação, nos restando conhecer vieses e visões, causos, à luz de tais princípios.

Cheguei à página 184
Avaliação : 3

terça-feira, 8 de abril de 2014

Crianças francesas não fazem manha

Como ponto de partida, o olhar de uma mãe americana, como paisagem da viagem, o jeito dos pais franceses em lidar com a prole, a jornada parece guardar surpresas interessantes pelo caminho.

Logo nas primeiras páginas a autora lança boas luzes sobre as possíveis respostas para o comportamento que será observado, assim como a clara elaboração do problema a resolver.

Com espontaneidade e com legítima ansiedade materna, Pamela explora as relações e segredos subliminares das famílias da terra da Torre Eiffel.

Em sua busca resgata as origens, lá na maternidade e nos primeiros momentos das crianças, sempre com a bem humorada comparação aos seus parâmetros familiares, investigações cheias de dúvidas e revelações.

Impressiona a simplicidade da fórmula, que dê bitola, quadradinha, não tem nada, até o momento sendo estudada nas horas do sono e da alimentação, resultado de muita serenidade, paciência e sabedoria.

Seguimos certamente com a expectativa em alta, com o caminho iluminado e reconfortante de poder enxergar a luz no final do túnel.

Cheguei à págnia 89
Avaliação : 4