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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador André Comte-Sponville. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - p.392

Da emoção à virtude, nesta última parte Comte-Sponville se dedica a mais nobre, o amor, para a qual todas encaminham e da qual todas dependem.

Caminho traçado, trilhamos de eros a philia, de lá para ágape, distinção clara dos modos e denotação justa do elemento mais vital, cerne do pequeno tratado construído no livro.

Pequeno em tamanho e abordagem, mas imenso em justa pretensão e sucesso, capaz de fazer um autor ateu citar e engrandecer a carta de são Paulo aos coríntios.

Obra insigne, inspirada e inspiradora, mantém nosso envolvimento em crescente intensidade, para desaguar em final magistralmente tecido.

Muito além de analisar e perscrutar as virtudes, nossa empreitada de algumas centenas de páginas nos conduz à auto-avaliação da própria virtuosidade de cada um.

Que nos resta senão assumir as revelações, constatações e nos prontificar à ação por mudanças?

Cheguei ao final
Avaliação : 5

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - p.232

Muito além de elencar as virtudes, o autor analisa suas essências, quais situações ou condições garantem sua legitimidade ou quando nos equivocamos na nossa avaliação.

Com ritmo e profundidade mantidos, permanecemos envoltos e envolvidos, em permanente conscientização diante de lúcidas e inesperadas visões de cada tema.

Acessível sem deixar de ser complexo, seu tratado caminha para a principal virtude, o amor, na construção de um sólido edifício de ideias e valores.

Em cada capítulo uma pequena aula, por vezes mais longa, por outras mais leve, mas sem negligenciar qualquer das discussões.

Impossível não suscitar reflexões constantes, ficamos nos equilibrando entre a continuação da leitura e a tentação de digressões decorrentes.

Pura satisfação!

Cheguei à página 232
Avaliação : 5

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Pequeno Tratado das Grandes Virtudes

Abrangente e instigante, o prólogo do livro já bastaria como tema de aula e matéria de prolífico debate, boa expectativa à vista.

Gradativamente adentramos no mundo das virtudes, ciceroneados pelo autor apreciamos algo como a genealogia destas ideias, a começar pela polidez, sua semente.

Distinguindo o conceito da mera característica, Comte-Sponville nos conduz a observar as diversas faces de cada elemento elencado, dentre as 18 escolhidas para seu estudo.

Não faltam ângulos de visão, com excelente discussão filosófica, tateamos por inúmeros afluentes de cada discussão, ainda que o missivista deseje realizar algo sintético.

Repleto em referências e fundado em diversos outros filósofos e correntes, seu ponto de vista se consolida a cada página, constrói um arcabouço respeitável de ferramentas dialéticas.

Pura imersão, viajar por suas páginas alimenta a alma e aguça o espírito, com ares de que o ritmo e intensidade permanecerão assim até o final.

Assim espero...

Cheguei à página 121
Avaliação : 5