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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador A Revolta de Atlas (volume 1). Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 21 de junho de 2013

A Revolta de Atlas (volume 1) - p.352

Mais insistência na busca insensata, mais subterfúgio para correr do argumento principal, o principal incômodo se deve à falta de criatividade pela busca de solução.

Deixamos de ver a trilha pelo empenho, para vermos o depositar de esperança em algo espúrio, independente de planejamento e dedicação.

Não fosse por uma ou outra frase inspirada, boas para fomentar ideias ou simplesmente divertir, acabaríamos a leitura em maior decepção, traídos pelos bons augúrios do fôlego principal.

Devo confessar que alguns diálogos finais suscitam alguma esperança, quem sabe agradáveis surpresas futuras, ou talvez ilusão da boa vontade do leitor.

Ao fim a terrível constatação do primeiro volume nada encerrar, ser apenas fragmentação, uma sensação de divisão somente aleatória, somente um intervalo no arrastado discorrer da trilha perdida por uma revolta agora injustificada ou injustiçada.

No momento, a leitura dos próximos volumes se fará apenas por inércia, curiosidade ou pelo fato de já tê-los em mãos. Desanimador.

Cheguei à página 352
Avaliação : 2

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A Revolta de Atlas (volume 1) - p.305

As cenas se alongaram, sem grande motivação associada à trama, um jeito mais monótono de ambientar, descompassado às primeiras etapas da história, com ares de perda do passo.

Em determinado ápice, vencida etapa importante do jogo, as principais personagens enveredam por revelações de ignóbeis personalidades não condizentes com sua construção.

O já preto e branco do universo psicológico se tornou mais sem graça, uma rudeza descabida e desnecessária, com um peso enorme de individualismo sem contexto, inesperado, artificial.

Sabe-se lá quais as intenções da autora, ou quais provas deseja confirmar, mas degradou boa parte do ímpeto criativo e da boa sacada do tema.

Não fosse suficiente, surge um evento com tons de ficção científica, só que sem nenhuma fundamentação, despencando dos céus e atravessado, sem nunca ter nem flertado com intrincada lógica inicial da trama.

Algo se perdeu, nada pior para a tão boa expectativa gerada pela primeira parte da obra, situação a deixar um desagradável temor pelo seu final...

Cheguei à pagina 305
Avaliação : 3

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A Revolta de Atlas (volume 1) - p.230

Excelência e empenho contrapostos a estupidez e ignomínia se revelam motores centrais da trama, em tons bem contrastantes, um tanto exagerados, exagero meio inocente.

Questiono se a postura de alguns excelentes condiz com seus ideais, seus meios para seus fins honram sua percepção e sensibilidade, ou revelam apenas sacrifício.

Difícil apostar para qual lado a balança pesará, quais contornos seus rumos tomarão, somente nos restando a expectativa pela tal "revolta de Atlas".

Por enquanto Atlas permanece sujeitado, um ambiente kafkaniano, angustiante para quem conhece ou compartilha das desilusões na sustentação do cotidiano idealizado, um tanto sonhador.

Certamente nosso posicionamento no dia a dia, nossa realidade, nosso lado da torcida, definirá grandemente a apreciação do livro, mais do que os motivos óbvios sugeririam.

Nem precisaria mencionar outra vez a beleza da construção do texto, seu cativante envolvimento e sua quase assustadora simplicidade, mas me é mais forte...

Cheguei à página 230
Avaliação : 5

terça-feira, 18 de junho de 2013

A Revolta de Atlas (volume 1) - p.143

Simples e direto, impressiona o efeito, o impacto, de envolvimento causado pela leitura de suas páginas, certamente obtenção de sucesso na empreitada da escrita.

Personagens e posições bem definidos, já podemos escolher preferidos, nos afeiçoar por alguns perfis e começar a descobrir motivações, apesar da ainda obscuro mote principal.

O romance cativa até mesmo os não tão fãs do gênero, como eu, percebemos um toque magistral, um a mais, a transparência da excelência em sua construção.

Dramas e conflitos atemporais e sem fronteiras, nos espanta a universalidade de seus aspectos e psicologias, qualidades raras e para poucos, privilégio único poder conhecê-la.

Caldo começando a esquentar, quem sabe um olho de furacão surge no horizonte e, de repente, seremos surpreendidos por torrentes inesperadas de tensão...

Cheguei à página 143
Avaliação : 4

sábado, 15 de junho de 2013

A Revolta de Atlas (volume 1)

Com narrativa fluída e saborosa de degustar, acabamos fisgados logo de início para acompanhar os rumos da história.

Apresentados aos primeiros personagens começamos a formar imagens, tecer opiniões, escolher lados, tomar partido para torcer por seus destinos.

Trama bem recheada, nos sentimos representados, parece que há algo do nosso cotidiano, do nosso dia a dia particular, presente nas situações e reflexões assistidas.

Há pouco saboreamos as primeiras páginas, mas apesar da inocência dos primeiros folheares, tudo indica bons momentos de leitura.

Além disso, fomos provocados e provavelmente a pergunta demorará a se calar: quem é John Galt?

Cheguei à página 65
Avaliação : 4