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Roy Tanck and Amanda Fazani
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sábado, 4 de fevereiro de 2012

O Que Einstein Disse a Seu Cozinheiro 2 - p.352

Nossa degustação terminou conhecendo utensílios e seus usos, além de um pequeno bônus a tratar de variedades, inclusive sobremesas.

Técnicas não foram esquecidas nestas últimas páginas, com direito a algumas últimas receitas, mas foi um trecho menos empolgante.

Ao final do livro, encontramos um belo índice remissivo, como esperávamos, que permitirá um acesso futuro rápido e fácil, ou até para incautos consultores que não desejarem se aventurar por todas suas deliciosas páginas.

Certamente há sempre muito mais para discorrer sobre a área, mas o compêndio é um senhor apanhado, suficiente para vários minutos de divertimento e informação.

Terminei
Avaliação : 4

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Que Einstein Disse a Seu Cozinheiro 2 - p.273

Espirais, molas, moléculas, tantas estruturas a natureza criou e nosso anfitrião apoia boa parte do seu discurso na organização interna dos elementos, afinal ele é um químico.

Por diversos momentos chego a questionar como o grande público, não iniciado em ciências, digere as intrincadas informações apresentadas.

Nas diversas abordagens, pelos capítulos passados, o tom é meio de caçador de mitos, desvendador de segredos, artifício excelente para instigar nossa atenção.

Assuntos recentes, frutos do mar, carnes e temperos, demonstram a imensidão dos limites a tratar, provavelmente restando bastante para outras obras após o final.

O jeitão continua o mesmo, provando a possibilidade de se pinçar qualquer trecho e começar a lê-lo, às vezes encontrando até menções repetidas, mesmo que breves.

Seja como for, o passatempo se prova delicioso!

Cheguei à página 273
Avaliação : 4

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Que Einstein Disse a Seu Cozinheiro 2 - p.181

Curiosatilidades, uma boa definição para o extenso rol de informações desfilado por esse químico interessado em sabores, aromas e texturas.

Cada capítulo ganha um texto introdutório, ilustrativo da seara a explorar, seguido de inúmeras perguntas e respostas, direcionadoras do bate-papo.

Por sinal, um rico material essa fonte oriunda de seu trabalho na coluna de um periódico, fermento da simpatia e da familiaridade concedida às suas palavras.

Nas últimas páginas andamos às voltas com legumes, frutas e cereais, além de assuntos e produtos derivados, uma doce narrativa, com alguns temperos da avó.

Divertida e saborosa, a leitura suave tem garantido bons momentos de descontração aliada a bastante informação.

Espero encontrar um índice remissivo bem organizado ao final...

Cheguei à página 181
Avaliação : 4

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O Que Einstein Disse a Seu Cozinheiro 2

Bem-humorado e cativante, o autor lança mão de uma introdução convidativa, envolvente e esclarecedora nos objetivos do livro.

Mais do que Química (Robert é químico), ele se propõe a tratar os aspectos culinários pelos ângulos da mais diversas ciências.

Lembra bem as inspirações da cozinha molecular, com um jeitão por vezes mais sisudo, calcado nos detalhes técnicos, por outras descontraído, no estilo da tia a passar uma receita.

A viagem alimentar se iniciou pelo mundo das bebidas, desde sua definição estrutural até suas peculiaridades, como dicas de preparo de café e chá.

Seguimos para o mundo dos laticínios e dos ovos, a base de muito queijo e manteiga, com algumas gemas bem temperadas.

No momento transitamos pela seção de legumes e frutas, sua manipulação e cuidados com o preparo.

Bastante enciclopédico, o texto vai aglutinando ganchos e enumerando curiosidades e utilidades com grande fôlego e entusiasmo.

Uma ótima pedida para apreciadores de ciências e cozinha!

Continuemos a degustar...

Cheguei à página 98
Avaliação : 4