Bem-vindo(a)!

Verifique seu Flash plug-in!

Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Neuromancer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Neuromancer. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Neuromancer - p.304

Revelados os principais atores da trama, descobrimos serem estes mais poderosos do que podíamos imaginar.

Algum dia encontraremos existências tão onipotentes como Wintermute e Neuromancer?

Definitivamente, são as alternâncias entre o mundo virtual, as viagens alucinógenas de Case e a realidade cyberpunk do futuro que tornam a narrativa difusa.

Ao menos, depois de entendidos alguns objetivos, o caminho para acompanhar o enredo fica mais suave.

Terminamos com uma história não tão excepcional, mas com conceitos certamente surpreendentes, principalmente à época de sua publicação.

Passear pela suas páginas foi como assistir outro episódio de "Matrix", quase uma pré-história da narrativa apresentada nos cinemas.

A história no livro em questão é diferente da trama cinematográfica, mas claramente possui todas as bases de seus elementos.

Em meio a tantas considerações, se torna difícil digerir os sentimentos em relação às suas páginas.

Seja como for, acho que continuarei a leitura da trilogia, pois valeram as linhas lidas e curtidas.

Terminei
Avaliação : 4

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Neuromancer - p.195

"Turvas demais" seria uma boa definição para as cenas desenvolvidas na história.

Pode ser efeito das incursões na matrix, ou do uso contínuo de alucinógenos pelo personagem.

Alternam-se situações sem que nos demos conta, exigindo atenção redobrada à leitura, sem falar no recorrer ao glossário.

Permanece o enigma das operações realizadas pela equipe, nos diversos ambientes por onde viajam.

Ao menos o nome de algo, ou alguém, surge recorrentemente e vem se fixando: Wintermute.

É divertidíssimo ver inúmeros conceitos desenvolvidos que foram posteriormente usados no cinema, sendo quase arqueológico...

Parei na página 195
Avaliação : 3

terça-feira, 17 de maio de 2011

Neuromancer - p.110

Alguma coisa no estilo, no jeitão da narrativa, impede meu envolvimento maior com a trama.

Às vezes penso no excesso do vocabulário próprio, talvez o volume de ganchos do enredo, mas não consigo definir.

As ideias e conceitos são fascinantes, apesar de ficar um certo clima de passado, como se já tivesse ocorrido e soubéssemos ser pouco plausível.

Na época de sua publicação, o livro deve ter causado mais impacto, afinal inaugurou (e possivelmente por isso) a estética tecnologia de nossa ficção atual.

Case, o protagonista, continua envolto na aura de mistério das motivações de seus empregadores.

Pouco podemos especular das razões e posicionamento de Molly, assim como seu envolvimento com o cowboy.

Somente nos resta continuar e ver onde isso vai dar...

Parei na página 110
Avaliação : 4

domingo, 15 de maio de 2011

Neuromancer

Um prefácio do autor após 25 anos de lançamento do livro, com história de imenso sucesso, poucas vezes temos oportunidade de presenciar.

A contextualização produzida, suas influências na cultura contemporânea, estão apresentadas nas páginas introdutórias, construindo boa expectativa e apoio às páginas por vir.

Fiz questão de conhecer o glossário, como recomendado, e fui muito útil já logo no começo, ampliando o entendimento do texto.

Cenários e personagens do cyberpunk se apresentam imediatamente, nas primeiras linhas, lançando um universo de visões em nossa imaginação.

As tramas começam a surgir, as motivações a esquentar e somos envolvidos por esse mundo de matrix, computação e psicologia, com seu estilo bem particular.

Leitura assim promete bastante...

Parei na página 49
Avaliação : 5