Bem-vindo(a)!

Verifique seu Flash plug-in!

Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Shikasta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Shikasta. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Shikasta - p.452

De maneira natural, meio imperceptível, os fatos nos conduziram a um final apocalíptico, mas com tom bem esperançoso, cheio de confiança no futuro, ainda que incerto.

Acabamos com uma sensação dúbia, entre o desagrado com o texto arrastado, alongado ao limite da nossa persistência, e a maravilha pelo poder da representação da cronologia de uma civilização.

Parece que conseguimos tocar e compreender um pouco da maestria que trouxa a autora à notoriedade, além de perceber influências de sua biografia no texto. Inegavelmente fomos expostos a uma experiência diferente, um estilo particular, cativante e rico em seus maneirismos e abordagens.

Resta a dúvida se ousaremos percorrer as continuações existentes, provavelmente outros caminhos árduos, afinal, por hora, se faz necessário algum distanciamento e repouso reflexivo.

Cheguei ao final
Avaliação : 4

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Shikasta - p.314

Sinceramente parece cada vez mais difícil enxergar algum objetivo para os rumos do livro, a não ser o relato direto dos acontecimentos históricos da narrativa.

Claramente a evolução dos fatos demonstra a degradação de um elaborado plano de colonização frustrado.

Com surpresa observamos que os avançados seres planejadores se menosprezaram ou não previram a força da seleção natural, acompanhada de eventos caóticos.

De qualquer forma, a beleza do texto bem composto se mostra incapaz de combater a monotonia do extenso desfilar de registros, um constate folhear de páginas levemente conexas.

Sem outra opção, persistentes, ou teimosos, seguimos sem esperar novidades ou reviravoltas daqui ao final...

Cheguei à página 314
Avaliação : 3

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Shikasta - p.211

Não há mais dúvidas quanto ao lugar onde a história ocorre ou com relação aos povos monitorados pela civilização intergaláctica.

Aliás, por vezes a menção se faz explícita e, com o passar das páginas, continuamente a referência se torna direta, com todas as letras.

Atingimos um estágio de leitura, um momento no avanço das linhas, impossível de não se incomodar com a falta de conflito, do gatilho para motivar as ações e a evolução dos fatos.

Descrições e mais descrições, de cenários e personagens, análise sem fim, a narrativa parece uma coletânea enciclopédica sem grandes motivos, somente preocupada em relatar.

Com um mote tão bem sacado, espero sinceramente que o livro não se resuma aos relatórios, à pintura de cenas e ambientes, com alguma psicologia envolvida e crítica social.

Não pode ficar para trás o esforço de construir um enredo com tão extensa cobertura de tempo, se bem que essa pode ser a armadilha a amarrar a contação dos causo.

Cheguei à página 211
Avaliação : 3

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Shikasta

Ideia sensacional, narrativa meio confusa, adentramos numa trama espacial com ares das melhores, recheada de colonização interplanetária, civilizações distantes e outras especulações saborosas.

Um considerável volume de informações do cenário se apresenta, num ritmo meio confuso e complicado de situar, mas capaz de nos encher de expectativa.

O conflito, o mote, exposto sem mistérios desenha as margens da aventura e impulsiona as personagens, aparentemente um tanto desorientadas como o próprio leitor.

Somente depois de bastante caminhada e significativo espaço de tempo narrativo vislumbramos alguém com ares de protagonista, meio nebuloso, começando a dar as caras.

As indefinições e o estilo da escrita provocam certa aspereza na leitura, mas conseguem cativar, apoiados no fio condutor da história nos fazem prosseguir com curiosidade em busca dos descortinares das próximas páginas.

Cheguei à página 104
Avaliação : 4