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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador FC do B. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

FC do B - p.208

Até um terror viajante surge entre os textos apresentados. Culpa, história oculta, medo, elementos num caldo com final interessante.

Numa guinada espetacular, passamos a um conto repleto de poesia e encanto.

Mesmo com toda a ciência da astronomia, tecnologia de estações espaciais, é possível encontrar palavras para um terno cenário.

Por falar em tecnologia, a história seguinte propõe consequências surpreendentes para uma viagem interplanetária regada a criogenia.

Surpresa maior encontrar na sequência a possibilidade de conciliar viagens no tempo com pessoas santas.

Fechando a obra, dois contos menos empolgantes, mas conseguindo manter a verve do conjunto.

O penúltimo sobre revoltas alienígenas em colônias exploratórias em outros planetas.

Já no último, história, antropologia, mitologia e extraterrestres, numa ficção meio agente secreto e pesquisas confidenciais.

Terminar uma leitura tão entusiasmante tem a frusrtação do querer mais e não poder encontrar.

Valeu cada minuto de leitura e deixará expectativa enorme para a edição seguinte, no próximo ano.

Terminei
Avaliação : 5

quinta-feira, 31 de março de 2011

FC do B - p.150

Juntemos astrofísica com tecnologia nuclear e leremos um excelente conto, repleto de referências acadêmicas, ritmo intenso e inúmeras suposições.

Mal sabemos o quanto influenciamos nosso ambiente, seja ele planetário ou galáctico...

A diversão neste livro parece nunca ter fim! Partimos para uma história com enredo interdimensional e mais um pouco de intervencionismo humano.

Não gostaria de estar por aqui se um décimo destas ideias pudessem se concretizar.

Com menos novidades e um pouco de prolixidez, o seguinte conto é outro no estilo "Gattaca".

Tristes futuros de seleções genéticas e controle da vida...

Aumentando o terror prosseguimos com a leitura de linhas sobre uma pandemia, fora de controle e com reflexos inesperados.

Voltando ao tempo, a narrativa seguinte é cheia de paradoxos, apesar de certa obviedade.

Encerrando este trecho, dois textos mais fraquinhos: um confuso sobre terrorismo e implantes biológicos, outro sobre um futuro amargo e triste, com direito a um zoológico surreal.

Mesmo com alguns senões, o compêndio deleita os olhos e a imaginação.

Parei na página 150
Avaliação : 5

sábado, 26 de março de 2011

FC do B - p.94

Nada como uma variedade representativa de contos para apreciar!

Cada página, cada linha, avança sobre temas e estilos dos mais distintos, mostrando o quanto é fiel a suas diretrizes.

Começamos este trecho com uma invasão alienígena, bem intencionada, cheia de robôs e inteligência artificial, com ares do filme "Nine, A Salvação".

Seguimos com um conto sobre realidade virtual e toques de "O Sexto Dia", envolvente e condutor de boas reflexões filosóficas.

A sequência de referências cinematográficas continua e lemos uma história com sabores de "Gattaca".

Eugenia, implantes cibernéticos, escalada social, todos elementos atuantes e recorrentes numa história um pouco utópica.

De repente, encontramos algo com jeitão diferente, meio destoante do resto, uma narração de um futuro amazônico, misto de Japão e Europa medievais.

Depois uma viagem no mundo da linguística, a misturar ficção científica e gramática.

Voltamos ao mundo tecnocientífico, mais especificamente, com um futuro pós-apocalíptico, quase bucólico se não fosse tão cinza e triste.

Fechando o ciclo três histórias bem SCI-FI: a primeira com a visita de outros mundos, sejam lá quais forem, a segunda com melhorias bioeletrônicas, num thriller intenso e surpreendente e a última um conflito na relação com robôs, em toda sua plenitude e poder.

O livro é um vórtice, para chacoalhar as ideias e curtir bastante ficção científica.

Parei na página 94
Avaliação : 5

sexta-feira, 25 de março de 2011

FC do B

Introdução entusiasmada e entusiasmante!

A julgar pelas linhas de abertura do editor, o compêndio promete diversão aos montes.

Mencionada busca de estilo, forma, narração, a seleção sugere trazer mais do que simples ideais bem boladas, mas literatura da melhor e de ficção científica verdadeira, além de brazuca.

Logo de cara, o primeiro conto traz uma história de viagens no tempo, paradoxos relacionados e pesquisa científica.

Intricada e divertidamente elaborada, a narrativa se resolve simpaticamente, em uma trama bem engendrada, digna das brincadeiras com o espaço-tempo.

Depois, um texto de uma página e um volume enorme de ideias, daqueles para serem lidos rapidamente e digeridos por um longo tempo, repleto de consequências e boas sacadas.

O entusiasmo aumenta com o trabalho seguinte, um enredo sobre engenharia genética, psicologia e fascismo.

Apesar de certa inocência, quase utopia, somos compelidos a refletir sobre a alma, sobre o naturalismo e como aplicar nosso idealismo.

Para fechar o trecho com chave de ouro, um conto com ares de Aeon Flux e O Grande Irmão.

Quais os desfechos do conflito da busca humana pela eternidade e nossa relação com a morte?

Depois destas primeiras páginas, arrisco confiantemente a dizer que sua leitura promete...

Parei na página 41
Avaliação : 5