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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador O Homem Duplo. Mostrar todas as postagens
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domingo, 17 de julho de 2011

O Homem Duplo - p.308

Dura e injusta a sina do policial no cumprimento do dever, ainda que existem motivos desconhecidos por ele.

Ao final, a trama me pareceu um tanto inócua, navegamos muito para não aportar.

Além disso, reforço meu questionamento do rótulo "ficção científica", assunto para uma discussão com o mestre Asimov.

Dureza mesmo foi uma nota do autor, nas últimas páginas, procurando explicar seu texto, motivações, intenções.

Nada pior do que o artista precisar justificar sua obra!

Reflexões interessantes e bom texto foram insuficientes para valer o tempo, falta um tempero, um aroma, algo digno de sua reputação.

Terminei
Avaliação : 2

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O Homem Duplo - p.226

Os distúrbios psicológicos percebidos por Arctor serão consequência de seu trabalho policial ou efeito do uso intensivo de drogas?

Diálogos surreais trocados entre os três personagens principais beiram a loucura.

Haverá algum sentido em tamanha falta de senso, algum motivo revelador além das overdoses?

Como homem duplo o personagem encontra muitos mistérios a resolver também, colocando-o numa armadilha constante, quase mortal.

Apesar da classificação da obra como ficção-científica, eu avaliaria melhor suas características, pois sinto falta de certos elementos do gênero.

Cheguei à página 226
Avaliação : 4

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Homem Duplo - p.149

Papéis melhor definidos, cada personagem começa a ganhar seu lugar e seu jeito.

Ninguém se mostra totalmente de um lado da vida, nenhum bonzinho completamente, nenhum malvado plenamente.

Lemos as primeiras pistas a respeito da duplicidade do tal homem, só não sabemos se pelas drogas ou pelo trabalho de agente infiltrado.

Outros tantos questionamentos surgem pela natureza da atividade do policial, suas ações e preocupações.

Há certo sarcasmo nas situações nonsense vividas pelo trio principal, sempre sob o efeito de drogas, a turvar sua visão da realidade.

Alguns mistérios chegaram para aquecer o ritmo, mas ainda assim este é morno, sem grandes emoções.

Cheguei à página 149
Avaliação : 4

terça-feira, 12 de julho de 2011

O Homem Duplo

Outra aventura de K.Dick, mais psicodelia logo de cara, é impactante tamanha distorção da realidade.

Ao menos, desta vez, fica mais fácil de explicar, afinal o mote está diretamente relacionado ao consumo de drogas.

Engatar no enredo traz alguma dificuldade, meio nebuloso como na outra obra, com personagens pouco definidos.

Misterioso o fato de ainda assim despertar o interesse, nos deixa curiosos para descobrir que rumos tomará.

Raros detalhes foram apresentados, nem cenários extensos pintados, com a história seguindo um ritmo meio lento.

Aguardo melhoras e mais emoções...

Cheguei à página 55
Avaliação : 4