Bem-vindo(a)!

Verifique seu Flash plug-in!

Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Como se não houvesse amanhã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Como se não houvesse amanhã. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de março de 2014

Como se não houvesse amanhã - p.160

Passado o entusiasmo inicial, o ritmo monótono dos contos, repetitivos em estilos e enredos, murcha o ímpeto de continuar ou ansiar por outras histórias.

As bem escritas linhas acabaram sendo insuficientes, meio técnicas, negaram vida à altura da poesia da Legião, do seu drama emocional, de sua revolução de ideias e costumes.

Reside neste ponto a dificuldade maior a vencer, superar o complexo universo poético de Renato Russo e companhia, mais do que simplesmente usá-lo como apoio para tentar fundar suas composições.

Boa tentativa, mas ficamos só na boa intenção e no sincero esforço de homenagear a banda, externar toda sua admiração e procurar reproduzir sua verve e intensidade.

Cheguei ao final
Avaliação : 3

sexta-feira, 14 de março de 2014

Como se não houvesse amanhã

Da janela do Senado à poeira pra todo lado, há referências por todo canto, ou melhor, por todo conto, ares inspirados pela poesia e o clima da banda de Brasília a nos carregar para outras paragens.

Ares densos, secos do cerrado, bem ao gosto de Renato, frequentemente amargos, ásperos e remoídos, legítimas releituras dos temas musicadas, cada qual em seu ritmo.

Chegam uniformes, em porção e melodia, frutos de fãs fiéis às ideias, aos sons, aos cenários, zelosos em compor um tributo a altura dos ídolos, a perpetuar estilos e bandeiras.

Não chegam a empolgar com veemência, a não ser quando versam numa ou noutra letra da preferência do leitor, mas cumprem seu papel de narrar faroestes caboclos, países em ebulição, carregados de nostalgia típica, tocante a quem conheceu aqueles anos de rebeldia mais de perto.

Cheguei à página 80
Avaliação : 4