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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Ziraldo. Mostrar todas as postagens
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domingo, 18 de maio de 2014

O Aspite - p.240

Palpites à parte, afinal seu tom marcou presença mais suave do que anunciado, os textos compõem um belo mosaico das ideias do autor emitidas pela vida, quase uma autobiografia com autoanálise.

Infelizmente, nada tão relevante ou revelador, apenas pequenos detalhes e tímidas curiosidades, ajuntadas de maneira bem solta, bem despretensiosa, tudo pontuado por opiniões a esmo.

Difícil encontrar mérito em reeditar, republicar o já publicado em jornal, sem agregar um novo ponto de vista, ou descortinar verdades escondidas, ainda que o irresistível tom simpático e mineiro de Ziraldo nos convide e receba.

Ao menos contatamos uma faceta bem humana, bem comum, deste pomposo aspite, preocupado com os mais elevados valores da vida, cioso da salvação de todos, como bem se dedicam nossos avós e pais, tais quais Dom-Quixotes cheios de esperança.

Cheguei ao final
Avaliação : 2

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O Aspite

O cartunista ficou de folga, o escrito inspirado quis passear, se apresentou o cronista numa coletânea não tão inspirado como em suas outras encarnações.

Salvo em um ou outro momento bem sacado, a maioria dos textos soa a diários, reminiscências, com contornos de opiniões, impressões, direito dos mais vividos e com a alma cheia de personalidade.

Salta aos olhos a ênfase em reflexões sobre a educação, recorrentes na necessidade de atenção à leitura, daquela mais básica, mas essencial e habilidosa, para aproveitar os encantos do conhecimento e do pensar.

As mineirices grafadas parecem agrupadas sem muito projeto, muita elaborar, meio como acabaram construídas, num desafio aos pretensos construtores do status quo.

Da simples humanidade exposta do célebre brasileiro emana a semente para alimentar nossa vontade de continuar a explorar esta outra sua faceta, ainda que com menos palpites do que poderíamos esperar.

Cheguei à página 134
Avaliação : 2

domingo, 16 de março de 2014

Os Zeróis - p.256

Um grande barato poder apreciar mais essa faceta do grande Ziraldo, com todo seu humor, sua simplicidade e pontaria certeira nas observações mais reveladoras, mesmo estando em frente aos olhos.

Conhecida por muitos, mas certamente ignorada por muitos mais, discorrer sobre quadrinhos em terras tupiniquins (e além-mar também) exige exposição às linhas, curvas e cores dos Zeróis.

Do cartunista a pintor, podemos assistir também em seus personagens, nas várias ilustrações, o amadurecimento do pensador, a consolidação do desenhista, a fertilização da mente do escritor.

Quantos autores destacaram as essenciais onomatopeias e lhes deram o devido protagonismo com a maestria do Menino Quadradinho (como ele mesmo se intitulou)?

O traço inconfundível, as cores particulares, as ideias às avessas, nos deparamos com todas as suas características com Z maiúsculo, para um delicioso passeio em seu universo heróico-infantil.

Cheio de graça, mas pleno em crítica, consegue provocar com simpatia, promove discussão produtiva, em conjunto, concilia para mudar, não são apenas desenhos (ou bastam ser).

Cheguei ao final
Avaliação : 5

quarta-feira, 5 de março de 2014

Os Zeróis

Satírico, muito bem-humorado e inteligente, alguns adjetivos possíveis de elencar para descrever o trabalho resultante de tantos anos, durável, permanente, mesmo depois de envelhecer.

Ao acompanharmos as historietas acabamos acompanhando a evolução do artista, além da própria história nacional, e de quebra a mundial, passeio delicioso com inúmeras possibilidades.

Excelente a preocupação na reedição de algumas imagens, assim como a publicação dos originais, lado a lado, registro impecável e imperdível desta parte da obra de Ziraldo.

Basta sentar e apreciar, do jogo de palavras ao duelo de cenas, a diversão garantida surge em cada folhear, em cada pausa para admirar traços e intenções.

Cheguei à página 177
Avaliação : 5

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Os Haicais do Menino Maluquinho

Haicai de corpo e alma, inclusive na composição da obra como livro.

Uma rápida delícia para descontrair o dia!

Se esquecer o divertido tom do célebre Maluquinho..."

Comecei e terminei
Avaliação : 5