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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Futuro Presente - p.416

Poderes mentais, um pouco de non sense, mais alguns exemplos para desanimar mesmo no final do compêndio, ainda que alguma ficção científica tenha ficado pelo caminho.

Exceção feita ao muito bom "Requiescat in pace", repleto dos melhores elementos do gênero, para dar bastante a pensar e plantar algumas sementes de ideias.

Terminamos o livro assim, não o avaliando pior devido a três ou quatros bons exemplares para aficionados, capazes de garantir boas páginas de divertimento.

Talvez valha um pouco de reflexão sobre as dificuldades de compor um apanhado mais preciso e precioso, digno de receber o título e atenção de quem gosta de imaginativas histórias científicas.

Terminei
Avaliação : 3

terça-feira, 3 de abril de 2012

Futuro Presente - p.309

De onde vem a ideia que telepatia, magia e experiências pós-morte podem ser classificadas como ficção-científica?

Para não escapar do estereótipo, e nos dar um banho de água fria, a coletânea fez como tantas outras, misturando alhos com bugalhos.

Até são bons contos, melhores que alguns companheiros exemplares bem mais científicos, mas não partilham do clube, nem têm razão de comparecer.

Já os pertencentes ao gênero continuam meio mornos, sem grande destaque, deixando a média de nosso entusiasmo bem para baixo.

Seus enredos menos elaborados acabam por envolver bem menos, soam meio artificiais, sem presença da alma humana para rechear os "causos" e aventuras em outras realidades.

Vejamos o caminhar até o final, mas algo me diz que dificilmente melhorará, ficando meio caro pagar para ver...

Cheguei à página 309
Avaliação : 3

sexta-feira, 30 de março de 2012

Futuro Presente

Convidativos e simpáticos, prefácio e orelhas de capa nos enchem de boa expectativa pelas páginas e contos por vir.

Justificam o prenúncio, nestas seis primeiras histórias encontramos a legítima ficção científica, em diversos estilos e temas, mais longas ou curtas.

No geral boas, às vezes convencionais (ao menos para o gênero), apresentam textos fluídos e bem elaborados, narrativa envolvente e prazerosa leitura, ótima diversão para os aficionados.

Com os passar das páginas a coletânea parece ficar melhor, de algum forma organizada para servir vinhos mais saborosos num decorrer mais avançado da festa, talvez obra do organizador.

Destaque para “Ausländer”, despretensioso nas primeiras linhas, mas deliciosamente surpreendente no desenrolar, acompanhado de ótimo enredo e trama, cheio da psicologia humana, num ritmo meio thriller.

No último deste trecho, “O vírus humano 2”, com metáforas bem elaboradas do comportamento humano numa experiência alienígena quase ambientalista.

Nossos imaginários tupiniquins empolgam bastante a imaginação de seus leitores e jogam a isca para não desejarmos parar de ler.

Tomara que continue assim (ou até melhore)...

Cheguei à página 156
Avaliação : 4