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Roy Tanck and Amanda Fazani
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sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Arte da Palavra - p.156

Coragem, coragem para enfrentar o desafio de usar a caneta e escrever, de concretizar, de fazer acontecer.

Parceira da coragem vem a convicção, propriedade sobre o assunto, verdade desvelada paulatinamente.

Convictos de nossas decisões e ideias vamos finalmente à luta, para desafiar os marasmos e o tempo, para iluminar.

Como conclusão do livro, o autor agradece, provoca no último impulso para revolver todas as linhas visitadas até então.

Depois da conclusão ainda tem mais, uma bibliografia comentada, com 100 livros, um mimo de alguém apaixonado por esta arte.

Bibliografia para guardar e colecionar, conquistar livro a livro, quem dera fosse possível mergulhar em todos de uma só vez...

Que referência!

Ao final, eu pediria licença para fazer uma crítica ao subtítulo da obra, formal, meio quadrado, descompassado com a prosética deliciosamente destilada por suas páginas.

Pode promover enganos aos mais incautos, e até aos mais cautos, pode provocar desistências, desperdícios de uma sublime oportunidade.

Terminei
Avaliação : 5

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A Arte da Palavra - p.98

O artista continua sua pintura, devoção à arte que mais aprecia...

Lemos sobre a transmutação de autor em texto, letras, palavras, frases a nos representar, materializar.

Seguimos para a discussão da influência, da inspiração por outros autores, o "plágio criativo", como bem batizou o autor.

Reconhecer a influência e o transpirar de nossos mestres em nossos textos, ato impossível de escapada, repleto de mérito e reverência.

Neste trecho, Gabriel faz uma digressão sobre a língua materna e seu poder sobre nós, sobre a produção e a leitura de cada um.

Pareceu-me um tema desconectado daquelas páginas, apesar de interessantemente discutido.

Merece certamente uma releitura, bem ao gosto do fornecedor...

De resto, continuamos embalados pela poética e afiada prosa de Perissé, inspiradora e provocadora.

Cheguei à página 98
Avaliação : 5

A Arte da Palavra

Nada melhor do que assistir uma homenagem à arte pelas mãos de um grande artista...

O prefácio, uma verdadeira homenagem do seu mestre e destacado pensador.

Logo na introdução, Gabriel alerta não estarmos diante de um manual de escrita, mas antes um exercício da leitura da vida.

Começamos nos interessando pelo entendimento de nosso leitorado, expressão extremamente bem sacada, cheia de recônditos para passearmos e apreciarmos, bem ao gosto do autor.

Reconhecer o destino de nossa expressão é só primeiro singelo passo.

Continuamos com a avaliação de nosso transbordo, nosso derramar pelas letras, prospectando o conteúdo particular a expor.

Num ciclo de recriação contínua, esvaziamos um pouco por vez para nos encher de ideias e proliferá-las.

Com seu estilo leve e profundo, Perissé nos encanta e conduz sem percebemos, fala de cátedra daquilo que faz como poucos.

Entusiasmados seguimos mais essa viagem, com o bom gostinho conhecido de outras tantas excursões por sua obra.

Oba!

Cheguei à página 49
Avaliação : 5