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Roy Tanck and Amanda Fazani
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terça-feira, 9 de outubro de 2012

A Morte da Luz - p.336

Um triângulo (ou quarteto) amoroso soou francamente para a condução deste romance quase épico, proveu energia insuficiente para nos convencer de seu peso.

Ambientação em gerações descendentes humanas, planetas distantes em galáxias longínquas, esforço considerável para pouco envolvimento, pouco emaranhamento, pouca comoção.

Provavelmente seu afã se desgastou na elaboração de raças, culturas, costumes, restando não muito para o desenvolvimento da trama, construção apenas de um panteão para futuras aventuras.

Certamente presenciamos a obra de um mestre de longas crônicas, tecida com rigor nas linhas e páginas, com técnica apurada e esmero em seus traços, mas possivelmente bastante atrelada apenas na forma.

Vale a experiência, mas sem entusiasmo, quem sabe para contatarmos a semente de outras grandes obras, em estilos mais confortáveis para o autor.

Terminei
Avaliação : 3

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A Morte da Luz - p.214

Embate cultural, cada vez mais intenso, o mar revolto de tradições arrasta Dirk para direções indesejadas e desconhecidas.

Por outro lado, muito pouco assistimos no desenrolar das relações, a trama enroscada nas discussões e armadilhas dos usos e costumes daqueles povos distantes.

Ainda assim a narrativa nos envolve, nos faz esperar algo mais, provoca a necessidade de desvendarmos os acontecimentos próximos e descobrir os destinos das personagens.

Em meio aos panoramas apresentados algo soa sorrateiro, alguma motivação escondida ou ator mascarado, embora talvez seja apenas expectativa por planos mais elaborados, sede de leitor ávido por tramas mais complexas e sinuosas.

Seguir em frente, página a página, único caminho a trilhar para galgar as últimas estradas das aventuras destes pós-humanos.

Cheguei à página 214
Avaliação : 4

sábado, 29 de setembro de 2012

A Morte da Luz

Acolhido sem grandes expectativas e com minhas referências sobre R. R. Martin, eu jamais imaginaria se tratar de um romance intergaláctico, em mundos e futuros bem distantes.

Com ritmo envolvente, discurso cheio de detalhes, desembarcamos neste planeta um tanto estranho, apresentados a seus personagens de perfis elaborados, mas cheios de dúvidas das trilhas pela frente.

Diferenças culturais e históricas entre povos, foco principal do enredo, seu desenvolvimento exigiu considerável volume de explicações, de qualquer forma bem adequado e dosado.

Por enquanto ficamos nessa, sem desenrolares mais significativos, paulatinamente ganhando gostos, definindo lados e costurando apostas sobre as próximas páginas.

Cheguei à página 107
Avaliação : 4