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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Count Zero. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Count Zero - p.312

Alcançamos o final da história com um estilo similar ao outro livro, em meio a resoluções rápidas, repentinas, das várias pontas da trama.

Em uma visão mais global, o conjunto caminha para um mesmo rumo, confirmando minha percepção de uma pré-Matrix, sequenciado entre os volumes da trilogia.

As últimas páginas ganham um estilo diferente, esclarecedor, sem nebulosidades, presenteando-me novamente com opiniões dicotômicas quanto à obra.

Sem dúvida, é difícil não se envolver, nem que seja pelo universo pintado nesse quadro futurista.

Imerso nas linhas dessa ficção, curtimos um pouco mais dessa possibilidade um tanto pessimista de futuro, mas repleta de questões a cerca de nossa humanidade e sua tecnologia.

Inevitável agora seguir para a conclusão com a leitura do último volume...

Que venha Mona Lisa Overdrive!

Terminei
Avaliação : 4

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Count Zero - p.252

Com mais algumas amarrações e as intersecções das tramas paralelas começam a aparecer.

Personagens alternam sua relevância, ampliando nosso espectro de atenção, relevando surpresas em algumas viradas de páginas.

O mote permanece como no livro anterior, parece que assistimos à pré-história da Matrix, bem antes da espera por Neo.

Quebra-cabeça a meio caminho, a convergência da solução se acelera, num estilo já apresentado pela leitura anterior.

Cenários e situações continuam envolventes, nos fazendo grudar na história e ansiar pela descoberta de seu final.

Pelo jeito, as novas armações corporativas poderão conduzir o mundo para destinos mais caóticos e descontrolados...

Parei na página 252
Avaliação : 4

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Count Zero - p.165

Volumosos desenrolares ocorrem, mas sem grandes pistas dos destinos da viagem ou principais motivações do enredo.

As três tramas paralelas pouco insinuam sobre suas coincidências, a não ser por duas ou três pequenas pistas espalhadas pelas últimas páginas.

Neste trecho ocorreu uma rápida menção ao livro anterior, Neuromancer, mas passível de ficar despercebida pelos menos atentos.

Insisto em comentar a questão de estilo do autor, difusa, quase confusa, mas envolvente de alguma forma sutil, meio inexplicável para mim.

Tantos são os elementos da ficção científica presentes nos textos do autor que é inegável a sua influência na cultura tecnológica ficcional contemporânea.

Simplesmente fascinante, mesmo porque ele não aparenta ser um profundo conhecedor de computadores e afins, nem tinha nossos recursos computacionais à época de sua criação.

Parei na página 165
Avaliação : 4

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Count Zero

Retornar ao universo cyberpunk do Sprawl dá um gostinho de mais um capítulo na história de Matrix.

Continuam lá os cenários, os aromas nebulosos daquele futuro e certa incerteza das motivações do enredo.

O jeito difuso de narrar se confirma, como em Neuromancer, com todas as alternâncias de cenas, flashes e ambientes.

Por enquanto, acompanhamos três histórias paralelas, três personagens bem distintos, sem nenhuma aparente conexão.

Pouco se evoluiu na trama, praticamente nada ainda foi definido, nem mesmo qual a relevância de cada personagem, a não ser pelas aparições de Count Zero.

Nem mesmo sabemos se as histórias se cruzarão, poucas são as pistas, lemos mais ambientações e construções de perfis e biografias.

De qualquer forma, as descrições e ações nos envolvem e mantém acesa a curiosidade pelos rumos futuros e seus destinos.

Parei na página 84
Avaliação : 4