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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Tempo e História. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 18 de março de 2011

Tempo e História - p.480

Terminamos a análise das bibliotecas dos inconfidentes olhando sua influência sobre seus proprietários.

A ação do diabo nas almas tentadas por tantas ideias libertinas numa sociedade de hábitos e costumes permissivos.

Passamos para o período de 1492, a descoberta do novo mundo, nova humanidade.

Um primeiro e rápido artigo põe à mesa questões do humanismo e os motivos da conquista de novas terras.

Em seguida, outro autor nos apresenta os enigmas do desafio dos limites do mundo daqueles tempos, limites estes que implicavam até no limite da existência, segundo a visão dos navegadores e desbravadores.

Com um pouco mais de brilho, o artigo seguinte apresenta a face humanista de Pe. Antonio Vieira.

Fossem quais fossem suas intenções, ele lutou pela identificação da humanidade de índios e negros, tentando dar-lhes direitos e inserção social.

Por fim, para terminar o volume, uma análise da célebre carta de Pero Vaz Caminha, após o descobrimento.

Linhas a expressar a noção quinhentista do humano, pertencimento ao rei e destituição de significância.

O volume segue o estilo da coleção, com seus altos e baixos, mas fornecendo inúmeros ganchos para argumentação e pesquisa.

Porém, a inserção dos três temas finais, apesar de guardarem certa relação com o principal, soa meio estranho, irregular, um tanto desconexa.

Terminei
Avaliação : 3

quarta-feira, 16 de março de 2011

Tempo e História - p.379

Devo fazer uma correção...

A questão do modernismo estava prevista no livro, assim como algumas outras ainda por vir.

No primeiro texto, a discussão veio em torno do mundo da música e as influências do pensamento moderno.

Em seguida, outro texto sobre a literatura e sua expressão moderna, num formato deveras descritivo, didático.

De qualquer forma, ficamos com certa impressão de um recalco presente entre nossos modernistas, um tanto arraigados a suas tradições e brasilidades.

Como será que veriam nosso atual mundo globalizado?

Saímos do modernismo para desaguar na Revolução Francesa, outra guinada curiosa no tema dos artigos.

Somos recebidos por um autor a descrever as expressões da liberdade no teatro e literatura daquela época.

No texto seguinte, uma interessantíssima análise da interpretação dos ideais franceses por nossos inconfidentes.

Por aqui, em nossas terras, influenciados pela diversa cultura e questões sócio-econômicas, vimos igualdade e liberdade por outros caminhos...

Por fim, conhecemos a problemática da perseguição religiosa à época do levante mineiro.

No momento, lemos uma curiosa análise dos personagens históricos através da composição de suas bibliotecas.

Quantas inferências...

Parei na página 379
Avaliação : 3

sábado, 12 de março de 2011

Tempo e História - p.288

Terminamos o último artigo e não encontrei à relação com o tema da obra.

Perfis de heróis, suas razões e impulsos, sua força no motivo de mudanças, mas onde ficam o tempo e a história?

Continuamos com outro texto que, apesar de tentar fazer menção, pouco explora o tema do compêndio.

Faz considerações com relação a vivência da história pessoal e a coletiva, assim como da relação da consciência com a noção de tempo.

Para terminar esta etapa, um artigo sobre o movimento modernista brasileiro.

Pautado pelas questões das novidades musicais daquela época, também deixou a desejar na discussão do tema principal.

Em determinados momentos, por todos os seis exemplares da coleção, é comum alguns desvios da norma, algumas discussões a devanear por outros temas.

Parei na página 288
Avaliação : 3

sábado, 5 de março de 2011

Tempo e História - p.223

Iniciamos o presente trecho com uma boa surpresa, um texto de José Leite Lopes, um dos maiores nomes da física brasileira.

Com seu enorme arcabouço acadêmico, faz síntese precisa e leve sobre a relação da ciência ocidental e o tempo, pilar de conceitos e teorias.

Pena que o texto é interrompido inesperadamente, não sabemos se na edição do volume ou se na apresentação à época.

Passamos a um artigo sobre o tempo mítico, mais precisamente o tempo presente na cultura cristã.

Análise das estruturas cíclicas deste pensamento e suas raízes nas experiências dos povos.

Consoante ao anterior, o artigo seguinte discorre sobre o tempo mítico em nossos dias, com comparações e referências da experiência temporal de nossos índios.

Populações muito mais integradas à natureza e seus ciclos, com relação bem diferente com a existência.

Para fechar a questão mítico-religiosa nada melhor do que o depoimento de um legítimo representante de nossos povos ancestrais.

Sua expressão precisa e elaborada, digna das novas gerações indígenas integradas, mostra a sabedoria de um cacique em dias contemporâneos, com quem deveríamos aprender mais.

Por fim, passamos a um texto sobre revoluções e heroísmo.

Não sei ainda qual a relação com o tempo e a história.

Aguardemos melhores contornos...

Parei na página 223
Avaliação : 4

quinta-feira, 3 de março de 2011

Tempo e História - p.166

Diferenças entre Nietzsche e Stendhal, ou semelhanças, sobre sua visão do sentido histórico da literatura.

Qual o tratamento concedido ao tempo em cada autor, para cada público, mais nobre ou popular?

O artigo seguinte discute como percebemos o tempo, a temporalidade.

Amparados pela eternidade, ou o intratemporal, colhemos sensações por ângulos diversos, captando indiretamente o fluxo da existência.

Parece que a percepção é mesmo o tempo desta etapa da leitura...

No terceiro texto, observamos o tempo pelas relações observadas na natureza, pela atenta apreciação dos objetos a nossa volta.

A tradução de formas e evolução espacial nos presenteiam com a noção do transcorrer da vida.

Por fim, o que dizer de uma cultura que não conhece o sentido de tempo, nem muito intensamente a ideia de espaço?

Ao analisar a expressão histórica indiana nos surpreendemos com pessoas alheias ao passar das eras, uma cultura com outros interesses.

Talvez tenhamos bastante a aprender com tamanha ausência de tempo.

Parei na página 166
Avaliação : 4

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tempo e História - p.118

Nada melhorar que uma historiadora para narrar as dificuldades e desafios de desempenhar seu papel.

Às voltas com o anacronismo, ela relata também sua experiência pessoal e ponto de vista.

No texto seguinte, reflexões sobre o tempo na narrativa histórica.

Importante fator no destaque de fatos e no ritmo percebido pelo narrador.

Depois vamos às considerações sobre o fim da história, consequência do embate entre capitalismo e comunismo.

Um enfoque bem anos 90, com apontamentos que bem poderiam ser tecidas atualmente.

Encerrando este trecho do livro, a relação humana com o novo, ideia intrinsecamente ligada à sucessão dos fatos.

Inerente ao desenvolvimento da sociedade, a contínua superação eclode atualmente na constância da novidade.

Parei na página 118
Avaliação : 4

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Tempo e História

Tempos de conclusão, afinal começo mais um último de outra longa série...

A introdução magistral do organizador segue o estilo dos outros volumes, apontando os horizontes e deixando gostinho de quero mais.

Invenções humanas, o tempo e seu controle permeiam nossa história e evolução.

Tema relevante, principalmente em época de tanto descontrole e falta de percepção com esse bem extremamente precioso.

Logo o primeiro artigo trata das datas e sua marcação, seu registro de instantâneos do tempo.

Orientados por elas podemos perceber inúmeras correlações em nossa história.

Seguimos para outro artigo a versar sobre conceitos da história, da fantasia ao realismo, de Platão a Hegel.

Narração da existência, nossa interação com os fatos históricos revelam outras preciosas invenções homo sapiens: o passado e o futuro.

Parei na página 56
Avaliação : 5