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Roy Tanck and Amanda Fazani
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Contos da Taberna - p.180

Exagerar se tornou um vício contumaz para nosso protagonista, incessante além dos limites, mesmo para os mais desencanados.

Os últimos contos enviesam pela ficção fantástica, nada têm de ciência ou relações humanas, se perdem sem resgate.

Nosso estimado autor parece ter perdido a mão, esgotado sua inspiração para conceber este conjunto de textos, meio como os personagens que também foram se cansando.

Valeu pelo contato com essa empreitada aventureira e marota de Clarke, com um viés e proposta diferenciados.

Terminei
Avaliação : 3

Contos da Taberna - p.140

Harry Purvis, personagem causista dos melhores, discorre sobre os mais abrangentes temas, da geologia à química, incluindo até biologia.

Surreal sua capacidade de testemunhar tantos eventos únicos, cheios de segredos e descobertas, plantando a desconfiança entre todos à mesa.

Suas histórias vão nos entretendo, sempre com boas sacadas e bom humor, de um jeito até displicente, de certo modo.

Diversão descompromissada, o livro se revela autêntica pulp fiction, passatempo leve para bons momentos de relax.

Cheguei à página 140
Avaliação : 4

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Contos da Taberna - p.95

Sarcasmo divertido e inventivo comparece pontualmente nas reuniões à mesa do Gamo Branco.

Verdade seja dita, por muitas páginas o ambiente andava monótono, com o autor mais preocupado com as relações daquela mesa do que com a ficção científica propriamente dita.

Ainda que o principal pescador não parasse de desfiar suas histórias, seus enredos não chegavam a empolgar.

A boia de salvação chegou com o último conto, nitidamente mais aprimorado e com trama bem mais entusiasmante.

Com clima descontraído vamos apreciando as inusitadas cenas, com seus altos e baixos, mas bem representativas das ideais à época.

Cheguei à página 95
Avaliação : 4

Contos da Taberna

Contos displicentes tratados à mesa do bar, estratégia descontraída e inusitada para uma figura célebre da ficção científica.

E quanto bom humor!

O olhar de Clarke nunca nos esganou quanto ao seu estado de espírito e ele o deixa transbordar nestas primeiras páginas.

Nada de histórias espaciais, viagens no tempo, seres extraterrestres, apenas imaginação sobre a ciência contemporânea em nosso planeta.

Tudo isso enfeitado por nomes de reconhecimento neste gênero literário e na academia, como numa rodada de desafios de causos de pescador.

É só sentar, ler, ouvir e curtir...

Cheguei à página 46
Avaliação : 4