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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Breve História de Quase Tudo. Mostrar todas as postagens
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sábado, 1 de outubro de 2011

Breve História de Quase Tudo - p.541

Evolução, glaciologia, citologia e antropologia, dentre outras muitas coisas tratados bem pouco, tudo para perpetuar sua visão, ora pessimista, ora jocosa, do nosso desastrado acaso.

No final, uma conclusão com tom ambientalista, meio lição de moral já batida, perdida após tamanha avalanche de pitadas de conhecimento científico.

Sobrou apenas a pretensão de discorrer sobre a breve história de quase tudo, na verdade um grande resumo de nossas origens.

Apesar do trabalho de pesquisa louvável, percebo a falta de experiência, de domínio sobre os temas tratados, para bailar tal qual célebres autores de divulgação científica.

Talvez valha mais para aqueles que nunca tiveram contato com ciência, ou pouco iniciados nas curiosidades da natureza, mas sua profusão de informações o torna meio confuso, meio perdido, vítima da vontade de desejar abraçar tanto.

Terminei
Avaliação : 3

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Breve História de Quase Tudo - p.377

A origem da vida e sua exclusividade, só para lembrarmos novamente quão sortudos somos, quão gratos ao acaso devemos ser.

Ainda assim, quanta diversidade, tanta a ponto de tornar difícil sua classificação e promover debates extensos.

Apesar de toda casualidade, das inúmeras forças contrárias, seu motor persiste, propaga, insiste em prosseguir.

E o ser humano tentando explicar, inferindo e extrapolando, juntando migalhas para resolver esse imenso quebra-cabeças, encontrar e se encontrar com mais razões.

Nenhuma resposta, ou pouca, surgiu até agora, reafirmando o enfoque do autor em demonstrar a névoa sobre o conhecimento humano.

Essa contradição com os propósitos iniciais de Bryson no livro soa meio entediante, não fosse pela boas descrições e explicações, volumosas até demais para concisão.

Cheguei à página 377
Avaliação : 4

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Breve História de Quase Tudo - p.292

Terremotos, vulcões e outras catástrofes, inúmeros exemplos de desastres possíveis, que apesar da raridade o autor apresenta com tom alarmista, como se eminentes, apesar de ressaltar a excêntrica sazonalidade, logo em seguida.

Depois relata nossa inóspita convivência com as químicas do mundo, para comentar a complexa cadeia de coincidências viabilizadora de nosso surgimento.

Mergulhamos então nas profundezas dos mares e das águas, novamente a martelar a sina de excentricidade do homo sapiens, tendo como pano de fundo um ambiente tão próximo, mas tão desconhecido.

Permanece o tom de descrédito, certo sarcasmo, observando a existência e suas características sem muito deslumbramento, algo que esperaríamos acontecer e com mais entusiasmo.

Respostas foram poucas, até o momento, ainda que no prefácio sugeria uma constância maior de indagações e desvelamentos.

Nem a linguagem soa como a proposta inicial, se rebusca diversas vezes, deixa dúvidas da sua acessibilidade aos pobres mortais sem iniciação científica ou com noções básicas de estatística.

Aguardemos por quais caminhos o texto nos levará...

Cheguei à página 292
Avaliação : 4

sábado, 24 de setembro de 2011

Breve História de Quase Tudo - p.203

Continuando a busca por entender nossa casa no cosmos, mais especificamente descobrir sua idade, seguimos pela química para depois entrarmos na era atômica, além de relatividade e mais cosmologia.

O texto parece perder ligeiramente o rumo, difícil de de enxergar o horizonte a frente, desconexo no desenrolar dos assuntos e suas conexões, se assemelhando a um amontoado de historietas.

Começa a irritar o persistente tom jocoso usado pelo autor, mais atento em quase debochar das idiossincrasias e esquisitices de personalidades científicas, ou de trapalhadas e desavenças em episódio do progresso da ciência.

Pior que seu objetivo, tão autenticamente apresentado, pouco se atinge, afinal ainda carecemos de muitas respostas apesar das inúmeras páginas percorridas.

Acaba por denotar a enormidade de dúvidas presente no pensamento acadêmico, suas dificuldades em solucioná-las ou a naturalidade da contínua sobreposição de questões.

Aguardo cauteloso a continuação da leitura, torcendo para uma melhora no ritmo e no contexto, pois devia estar sendo mais divertido...

Cheguei à página 203
Avaliação : 4

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Breve História de Quase Tudo

Simples, divertida, sem ser óbvia, assim se inicia a introdução do livro, o resultado da investigação de um jornalista cheio de por quês.

Ao que parece, sua motivação é bem comum a muitas pessoas, mas quase ninguém realiza tamanho esforço para obtenção de respostas.

A primeira parte do texto, dedicada ao cosmos, põe nas mesas as cartas a que o autor veio.

Em linguagem bem acessível expõe infindáveis conhecimentos humanos a respeito do universo e suas origens.

Como boa parte dos textos de divulgação nessa área, centra a discussão no improvável acaso para nosso surgimento.

Na parte seguinte, começamos a visitar o planeta água, amada e querida Terra, desconhecida apesar de tão próxima.

Lemos sobre geologia e paleontologia, sem muitas respostas, mais com relatos da aventura científica nos primórdios da ciência ocidental moderna.

Lá o foco se volta para os insucessos, tropeços, desavenças e intrigas vividas por grandes nomes, tudo com um ar um tanto pastelão.

Em ritmos um tanto oscilantes, mas sempre com linhas bem-humoradas (humor inglês, é bom frisar), vamos engrenando nestas páginas repletas de curiosidades.

Cheguei à página 105
Avaliação : 4