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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Steven D. Levitt. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Superfreakonomics - p.288

Altruísmo e outras relações, sempre com o balanceamento de ganhos e perdas, continuam alvo das diversas e inusitadas avaliações dos autores, uma surpresa de perspectiva a cada abordagem.

Além da discussão comportamental, vale e diverte bastante tomar contato com os engenhosos e elaborados métodos para obtenção e validação dos dados, criatividade a plenos pulmões, sem tempo para fôlego.

Mais do que discorrer sobre economia, ou sobre seus mecanismos no cotidiano, assistimos à construção de vasta teoria do jeitão humano, ponderado em valores monetários ou não, ou seja, o âmago das ciências econômicas se apoia nos pesos de nossa psique.

No último capítulo, fatos interessantíssimos sobre aquecimento global e primatas, sensatamente coerentes com o conjunto do livro e com bem-humorada conclusão imperdível, para guardar e mastigar mais um pouco.

A experiência do outro livro não ofuscou o brilho da leitura do exemplar em questão, principalmente por sua consistência e arranjo sensivelmente aprimorados, garantia de horas de satisfação de curiosidades e aguçamento de ideias.

Cheguei ao final
Avaliação : 5

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Freakonomics - p.254

Nem mesmo a escolha do nome de filhos escapou do olhar crítico do freakonomista, pronto a tecer teses e testá-las com seu ferramental sólido e dominado.

E assim encerra sua apresentação, sem grandes desfechos, sem grandes enlaces, apenas algumas palavras finais de simpática despedida.

Na edição em questão, um complemento de textos meio desnecessários, hora para ovacionar, hora para defender, além de transcrições de seu blog para remoer alguns assuntos.

Inegável a originalidade de sua abordagem, assim como as polêmicas em determinadas afirmações, conjunto impactante e forte de belas construções para explicar a realidade observada.

O lado oculto termina um pouco mais revelado, um estalo para nos despertar a desconfiança em nossas análises do universo que nos afeta, uma gota a menos de inocência para aceitar certas verdades.

Cheguei ao final
Avaliação : 4

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Freakonomics - p.134

Coragem não falta ao autor, investiga temas espinhosos com afinco, sem temer tocar em aspectos sensíveis do cotidiano, desde que rendam boas conclusões a respeito do comportamento humano e melhorem sua compreensão.

Numa primeira etapa, dados de criminalidade, tráfico de drogas e inusitadas correlações identificadas, sempre fundamentadas em levantamentos consistentes e passíveis de análise.

Em seguida, a educação dos filhos, as influências possíveis dos pais no rumo das vidas das crianças, outra avalanche de surpresas bem distantes das opiniões do dia a dia.

Seja qual for a área, Steven esbarra em preconceitos e tece teses de difícil digestão para grande parte das pessoas, ideias um tanto ásperas para aceitar, apesar das evidências relevantes.

Seguimos assim, neste pé atrás, ariscos com as extensões das inferências construídas, das consequências possíveis, ainda que a economia e a estatística balizem cada passo dado na discussão.

Cheguei à página 134
Avaliação : 4

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Freakonomics

Desvendar os mistérios da nossa natureza sempre rende um bom enredo, empreitada que Steven não deixou por menos, com propriedade e em formato extremamente acessível.

Como ferramentas, economia e matemática dos fatos, uma tradução lógica e estudada das cenas ocultas aos olhos do senso comum.

Partimos com a análise da motivação humana e sua influência nas relações, seu poder de converter até os mais honestos, mesmo sem que percebam.

Em outra abordagem, seguimos com o peso do controle da informação e a utilização do medo na indução de comportamentos ou como armas nos jogos do cotidiano, artifícios poderosos nem sempre conscientes.

As análises do autor sempre fundamentadas, aliadas ao texto agradável, convencem sem grande esforço, mas nunca é demais ficar atento às possíveis falácias de tanta certeza e inferência.

De olhos bem abertos continuamos entusiasmados em descobrir quais cantos ele ainda descortinará...

Cheguei à página 68
Avaliação : 4