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Roy Tanck and Amanda Fazani
Mostrando postagens com marcador Astra - Synchronicity. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Astra - Synchronicity - p.298

Expectativa em alta apenas para aumentar a dimensão da frustração pelo não atendimento das sugestivas continuações possíveis...

No momento da maior tensão, no ápice de emoção, tudo ocorre rápida e despretensiosamente, removendo qualquer relevância para o fato.

Seguem-se então alguns encontros, poucas resoluções, com um pequeno combate antes do término do livro, mas sem deixar muito para curtir, ainda que bem desenvolvido.

Ao final nos deparamos com mais um começo de trilogia a sofrer do mal de tantos outros, inconclusivo, sem recheio, somente preocupado em pendurar ganchos para continuação.

A falta de sentido e o ritmo arrastado, preocupado com o floreio, roubam a diversão de navegar por suas páginas, além de desestimular qualquer intenção de continuar a saga.

Vale a experiência, aliado a outras infrutíferas do gênero, nem que seja para sentir saudades de excelentes vivências como "Fundação" ou "Neuromancer".

Terminei
Avaliação : 3

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Astra - Synchronicity - p.241

Descobertas as pretensões alienígenas, acompanhadas de excelente proposta, novos panoramas se descortinam, possivelmente um marco na história humana.

Bom demais para ser em paz, os movimentos anônimos deflagrados invocam a tensões entre os três lados, desestabilizam as incipientes conversações e estouram o grande conflito.

Finalmente a emoção toma conta do enredo, preenche nossas análises de mistérios a desvendar e prende nossa atenção na evolução da trama.

Reagiriam de que forma espécies soberanas e poderosas aos enroscos provocados por desconfiança e preconceito, repletos de violência gratuita?

Nossas personagens em meio ao furacão buscam sua participação no plano comunitário e pessoal, administram conflitos em muitos aspectos.

Ainda pouco vislumbramos dos desfechos próximos, mas o interesse por continuar se acendeu e a história mostrou ao que veio...

Cheguei à página 241
Avaliação : 4

terça-feira, 19 de junho de 2012

Astra - Synchronicity - p.189

Nossa principal vilã tem ares de Magneto, dos X-Men, mas falta o contraponto do Xavier lá pelas paragens de Astra.

A entrada dos alienígenas no enredo traz novo ingrediente para o molho, gera novas tensões na trama e nos lados, apesar de ajudar a fortalecer algumas opiniões.

Sem demonstrar suas reais intenções ou entregar suas totais capacidades semeiam a incerteza entre todas as correntes, quem sabe somente aguardem oportunidade melhor para atuar.

De resto, as histórias vão passando, se entrelaçam num navegar único, jogam nossas personagens em confrontamentos e reflexões de suas motivações e papéis.

Bem elaborado, o estilo de narração com tempos não lineares, nem bem definidos, dispersa informações e construções por diversas cantos.

Pena faltar uma emoção a mais, um gancho para tirar o fôlego, desnortear e deixar o gostinho de quero mais.

Cheguei à página 189
Avaliação : 3

sábado, 16 de junho de 2012

Astra - Synchronicity - p.127

Tramas paralelas começam a se cruzar proporcionando volume e intensidade ao enredo, concedem sentido aos objetivos mais amplos.

Também parece surgir o vilão principal, o contraponto, o desequilíbrio aos pilares estabelecidos daquele universo, para o bem ou para o mal.

As trajetórias individuais das personagens soam ainda um tanto soltas, mas seus contornos ficam mais visíveis com o progresso da narrativa, quase podemos apostar em desenrolares instigantes.

Planetas, cidades e vida cotidiana ganharam mais detalhes, mais descrições, descortinando a visão do futuro cunhada pelo autor, sem grandes apostas inovadoras ou surpreendentes.

Os tais poderes psíquicos em alta, afinal compõe o cerne dos conflitos, contam agora com mais explicações, classificações e história, pelo menos para encorpar melhor.

Por enquanto permanecemos na diversão média, com um ritmo bacana de acompanhar e expectativas crescentes nos passos seguintes da leitura.

Cheguei à página 127
Avaliação : 3

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Astra - Synchronicity

Seleção natural ou acidente bioquímico, pouco importa, nenhum dos dois motivos justifica a classificação de telepatia como tema no gênero de ficção científica.

Seja como for, o equívoco é comum e discutível, mas ao menos contamos com naves espaciais, viagens interplanetárias e um mundo pós-holocausto terreno.

As cenas subitamente alternadas concedem pequenas pílulas do enredo, apresenta personagens e situações de forma envolvente e interesse crescente.

Preconceitos e status quo já ligeiramente claros, o papel ou caráter dos médiuns soa dúbio, entre heróis e bandidos, uma ânsia constante.

Do drama ainda quase nada se viu, o conflito soa prenunciado, eminente, latente nas apresentações e diálogos entre estes habitantes de um tempo não tão longínquo, logo ali em décadas.

Resta-nos aguardar, os ambientes surgem promissores, as aventuras deverão despontar...

Cheguei à página 62
Avaliação : 3