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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Asimov's Science Fiction Magazine - p.210

Mais dois contos, menos surpresa sobre o compêndio, sem ficção científica no horizonte.

O primeiro é quase uma fábula no passado, na Primeira Guerra Mundial, com a relação de dois ex-presidentes americanos.

Muitos ideais, muitos valores, um ritmo bom, mas apenas histórico, sem grandes inovações.

Já o segundo é a descrição intrincada de diversos personagens, residentes na mesma cidade americana.

Cotidianos que se cruzam, com características e comentários típicos de sua cultura.

O mais interessante é que a menção da autora, no final do livro, comenta justamente o realismo do texto.

E a ficção?

E a ciência então?

Parei na página 210
Avaliação : 2

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Asimov's Science Fiction Magazine - p.164

Dura essa busca por boa ficção científica para divertidas horas de leitura...

Nem numa publicação com a assinatura de um dos maiores ícones do assunto!

Encontrei um conto, muito bem escrito, gostoso mesmo de ler, mas nem remotamente traz ficção científica, a não ser por uma leve menção a viagens no tempo.

E o pior é que se trata de um boa história...

Depois uma narrativa surreal vivida no inferno, literalmente.

Entre idas e vindas das profundezas, a única relação com ficção científica está na ambientação de alguns dos infernos em cenários robóticos e digitais.

Nem as apresentações dos autores, ao final do livro, conseguem justificar sua seleção.

Humpf!

Parei na página 164
Avaliação : 2

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Asimov's Science Fiction Magazine - p.104

Quando li as edições nacionais da revista encontrei alguns contos difíceis de classificar como ficção científica.

Agora, numa edição comemorativa de 30 anos, acreditava que a seleção seria incontestável.

Ledo engano...

O conto do último trecho é o morno cotidiano de uma família e seu novo bicho de estimação, às voltas com glaciares nas proximidades de sua cidade.

A justificativa da escolha, apresentada no final do livro, é pelo fato de representar uma remota preocupação com o ambiente.

Tem que se fazer bastante esforço para enxergar ciência nas muitas linhas desta ficção.

Parei na página 104
Avaliação : 2

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Asimov's Science Fiction Magazine - p.82

Sempre surpreende a variedade de gêneros de contos apresentados na Asimov Magazine.

Neste trecho, começamos com um conto sobre uma batalha planetária, fundada em chamas incendiárias.

Apesar do fogo, foi um tanto morno, com alguma discussão das razões de uma guerra.

Para compensar, lemos na sequência uma história num futuro apocalíptico, misto de Mad Max com Cherry 2000.

Quase sem palavras entre as personagens, descreve uma visão pessimista dos nossos destinos decorrentes de uma epidemia misteriosa.

Então, damos uma guinada para alguns séculos D.C., em uma narrativa ambientada em alguma região árabe.

Ficção com nada de ciência, a respeito de premonições sobre o futuro, quase sempre ignoradas pela humanidade.

Para terminar essa parte, somos brindados com um conhecido conto do mestre Asimov.

Susan Calvin, em toda sua sabedoria e plenitude, na busca de solucionar e entender um pouco mais da psicologia dos robôs.

Parei na página 82
Avaliação : 4

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O Bom Jesus e o Infame Cristo - p.181

Sutis intervenções na narrativa bíblica procuraram dar uma versão mais bem amarrada dos fatos.

Mesmo com a desconfiança recente, e a insistente reprodução de textos e episódios conhecidos, a narrativa apresentou algo a mais nos últimos trechos.

Ficou mais clara a distinção entre as personagens, uma figura histórica, mais humana e outra de ideais, fundadora de uma nova cultura.

Ao término deste quase conto, o novo enfoque é capaz de levantar algumas reflexões, mesmo que suavemente.

Ainda me questiona da sutileza do autor, intencional ou inevitável, mas com grande propriedade e conhecimento da mensagem bíblica e seus escritos.

Quantos direcionamentos e influências foram necessários para a permanência milenar dessa figura?

O livro se revela astuciosa fábula baseada em história real, merecedor e provedor de alguns bons momentos de leitura.

Terminei
Avaliação : 4

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O Bom Jesus e o Infame Cristo - p.89

Apesar da separação do Salvador em duas personagens, o fato não agrega muito ao enredo.

Ao menos até o momento, o que lemos é uma grande reprodução dos textos bíblicos, de maneira rápida e sintética.

Com capítulos bem concisos, estamos revendo a história do Messias sem grandes novidades, com a predominância de um dos irmãos.

Posso estar perdendo alguma coisa, mas as pequenas especulações, invenções do texto, pouco surpreendem ou inovam.

Espero que a situação mude nas próximas páginas, trazendo algo inusitado.

Caso contrário, terei lido um singelo resumo das passagens bíblicas.

Parei na página 89
Avaliação : 3

O Bom Jesus e o Infame Cristo

Começo divertido para essa paródia da história cristã.

Iniciada antes do nascimento das duas supostas crianças, relata com bastante precisão os fatos registrados.

A separação entre os dois protagonistas é irônica e bem bolada.

É apenas o começo da leitura, mas promete momentos divertidos.

Parei na página 25
Avaliação : 4