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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani

domingo, 26 de dezembro de 2010

Asimov's Science Fiction Magazine

Com um prefácio ilustrativo, somos apresentados a essa homenagem para um grande legado da ficção científica.

Apresentando a linhagem de editores da revista, conhecemos de maneira sintética célebres promotores da área e seu trabalho.

O primeiro conto é uma ficção futurista, ambientada numa humanidade geneticamente decadente.

Sombrio amanhã resolvido com recursos do passado ainda saudável.

Semeia algumas reflexões...

Parei na págin 32
Avaliação : 4

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Além do planeta silencioso - p.240

Quem diria os lugares mais distantes e inóspitos estão ligados a nossas origens!

O próprio destino do protagonista está intrinsecamente conectado com a história da humanidade.

Encontramos um desfecho sem grandes surpresas, mas um tanto inesperado, sem deixar muitas pontas para continuação.

Certas revelações e enfoques da narrativa também se mostram um pouco inusitadas.

Um bom livro, com leitura agradável e divertida, mas sem grandes entusiasmos.

Vale a pena conhecer essa outra interessante face do autor.

Terminei
Avaliação : 4

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Além do planeta silencioso - p.158

Até o mais estranho pode ser tornar surpreendentemente familiar, apenas com um pouco de confiança.

Entender todas as novidades apresentadas faz o protagonista repensar muitos valores e se interessar por diversos aspectos das descobertas.

Em meio à história, em alguns poucos pontos, o autor nos premia com questões filosóficas, sementes para reflexão permanente.

Os rumos da narrativa continuam em desenvolvimento, ganhando um aspecto mais monótono neste momento, já sem tantos mistérios a desvendar.

Única dúvida a pairar, qual será o destino reservado a esse viajante inesperado, em lugar tão distante?

Parei na página 158
Avaliação : 4

Além do planeta silencioso - p.113

Explorar o desconhecido sempre será dos melhores temas para a aventura humana.

O problema se agrava quando confrontamos a situação contra a nossa vontade.

Capítulos bem dimensionados e narrativa intensa marcam a apreciação dessa obra.

A construção de cenários e ambientes é rica o suficiente, sem ser enfadonha, apesar de pouco vinculada à fidelidade científica.

Chegamos a algum limiar do conflito, com posições mais claras e definidas, ao menos no que tange as impressões do protagonista.

Parei na página 113
Avaliação : 4

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Além do planeta silencioso

Começa emocionante a aventura do protagonista, com desenrolar rápido e tumultuado.

A narrativa é deliciosa e faz qualquer um querer conhecer o próximo passo.

Depois de algumas dúvidas iniciais, o enredo já ganhou mais contornos e definições.

Vários rumos podem surgir, mas o texto aponta para um caminho de expectativa, mas sem grandes surpresas.

Espero ser surpreendido...

Parei na página 49
Avaliação : 4

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Olhar - p.495

Breve até demais o ensaio sobre a visão da loucura, o olhar-louco dos insanos e dos sãos em olhá-los.

Pautado em Guernica, na Segunda Guerra e em pouco de Hamlet, refletimos sobre os desvios da normalidade.

Em seguida, somos convidados a refletir sobre as visões do olhar apaixonado, por alguém ou pelo poder.

Em ambos os casos imagens da apreensão, da busca da posse e satisfação.

Já o terceiro texto da sequência trata do olhar na psicanálise, a começar pela própria conduta do psicanalista e sua fuga da visão em sessão.

Discussão sobre as relações de sua postura com os próprios fundamentos de sua ciência, além dos possíveis indícios da própria psique de Freud.

Ver e ser visto, captura de almas e gestos que percorrem toda a história desta ciência e seus pilares.

Passamos então aos olhos do poder e sua intensidade no controle através da observação.

Por fim, para fechar a obra, um discurso sobre a televisão, um dos ícones máximos da visão moderna, e seus efeitos sobre a cultura.

Em épocas pré-Internet, observamos preocupações similares com as influências da novidade tecnológica e suas consequências no desenvolvimento humano.

O presente volume da coleção corrobora com os demais em sua composição, alternando qualidades e intensidades, mas garantindo uma cobertura média da discussão do assunto com muito boa qualidade.

Terminei
Avaliação : 4

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Olhar - p.424

O cinema como manifestação da arte do olhar e suas artimanhas em simular a realidade.

Todo obra é manifestação de um ponto de vista, um ângulo de observação da vida, expresso em fotogramas e estilos.

Em continuação, o próximo texto apresenta a perspectiva do espectador, o outro lado da interação da obra cinematográfica.

Com certa ênfase em Fellini, sua obra é utilizada como parâmetro para o entendimento desta relação e suas buscas.

Coincidência ou não, continuamos com uma análise de Antonioni, um dos mais visuais cineastas, segundo o articulista.

Através de sua obra nos defrontamos com uma metáfora da evolução das artes visuais, em especial a fotografia e o cinema.

Por fim, somos guiados pelas aventuras do olhar da sedução, com suas consequências na psique humana.

Imagens presentes e atuantes na construção de nossos arquétipos e neuroses, já tão descritas e analisadas por grandes psicanalistas.

Parei na página 424
Avaliação : 4