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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani

sábado, 3 de abril de 2010

Isaac Asimov Magazine (n.4) - p.192

Bruxas e Merlin, com Arthur chegando em nosso tempo...

Mais um ponto contra a ficção científica da obra.

Para terminar a edição, um conto com alienígenas e humanos, todos em uma grande família, as voltas com suas diferenças e riscos da relação.

Ao observar a maioria dos contos, noto algumas pistas dos motivos pelos quais ficção científica periódica não se firmou. Uma pena...

Terminei
Avaliação : 2

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Isaac Asimov Magazine (n.04) - p.141

Premonições e poderes mediúnicos?

Complicado acreditar que tal enredo foi escolhido para uma revista de ficção científica.

Depois dessa, o conto seguinte trata de feitiços e bruxos!

Fantasia somada a fantasia, sem ao menos ser uma grande obra.

Para detonar de vez, um relato com as impressões de um prisioneiro, que ao fim ainda traz nota explicativa, pretendendo relacioná-lo com um fato histórico.

Parece nem querer ser ficção, mesmo não científica.

É incompreensível a linha editorial adotada por Asimov, em uma publicação com subtítulo tão claro.

Parei na página 141
Avaliação : 2

Isaac Asimov Magazine (n.4) - p.107

Na continuação, uma história com pano de fundo na exploração espacial.

Trata mais da relação das pessoas com seu trabalho, além de apresentar alguns mistérios deixados a resolver.

Em seguida, um curtíssimo conto fundado no ilustre "Problema do avô".

Rápido e instigante, é uma ótima base para começar um papo sobre viagens no tempo.

Logo depois, para jogar um balde de água fria, o mestre Asimov e outra "viagem" com o tal alienígena Azazel. Fantasia sem ciência alguma.

Um ponto da biografia do autor a estudar mais. Vai lá entender sua lógica...

Por fim, desta parte, uma fantasia de contato com Deus e missões divinas.

Nada de ficção científica, mas algo empolgante e divertido de se ler.

Parei na página 107
Avaliação : 3

quarta-feira, 31 de março de 2010

Isaac Asimov Magazine (n.4) - p.71

A história de ciborgues parece uma sessão de psicanálise com direito a troca de mentes.

Dúvidas sobre a vida, morte, felicidade, dentre tantas outras, discutidas em uma existência cheia de tecnologia em mundos distantes.

Mudando de rumo, um outro conto ambientado no futuro a discutir as relações pessoais e afetivas.

Novas formas de composição das uniões humanas e suas consequências e desenrolares.

Ficção científica discorrendo sobre a ciência social.

Parei na página 71
Avaliação : 4

Isaac Asimov Magazine (n.4)

Peço permissão para ser repetitivo: os editoriais do mestre Asimov são a cereja do bolo das edições desta publicação.

Desta vez, em tão poucas linhas ele consegue percorrer a história evolutiva do Universo.

Dá pra perder o fôlego! Continuando, uma entrevista com o autor do livro "O segredo do abismo".

E pensar que, há tantos anos, um reconhecido autor americano já pedia ficção científica brasileira com gosto tupiniquim. Tenho dúvidas se já encontrou...

Para começar os contos, uma interessante história de ciborgues e muitos mundos.

Demasiadamente detalhista, mas promete.

Parei na página 31
Avaliação : 4

quinta-feira, 25 de março de 2010

Isaac Asimov Magazine (n.3) - p.192

Chegamos aos dois últimos contos.

O primeiro, uma viagem de exploração a Plutão, motivada por um contato divino ou alienígena. Seriam os deuses astronautas?

Por fim, uma última história de viagens no tempo, através de um closet!

Parece até enredo das crônicas de Nárnia.

Uma questão interessante na trama: como e com que direito uma pessoa é retirada de seu tempo e poderá reagir?

O tempo e suas complicações...

Final da edição e esta também não convence muito.

Começo a entender porque tiveram dificuldades em continuar indefinidamente.

Terminei
Avaliação : 3

Isaac Asimov Magazine (n.3) - p.155

Sejam humanos, sejam alienígenas, a convivência sempre tem suas crises e nuances.

Desenvolveu-se muito bem a trama, rápida e eficiente, com tensão e reflexão na medida certa.

Logo depois, uma história com criogenia, ressuscitação e dinheiro.

Medicina futura cheia de anseios e egoísmo.

Vale a discussão.

Parei na página 155
Avaliação : 3