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Blogumulus by
Roy Tanck and Amanda Fazani

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Planeta dos Dinossauros II - p.227

Uma vez iniciadas as novidades, a autora não cessou até o final de trazê-las à tona.

Um novo evento, igualmente espúrio como os anteriores, surge para tecer novo fio de enredo.

Ao menos esse conduz ao encerramento e se relaciona às origens da trama, do planeta Ireta, procurando construir algum elo entre as páginas soltas percorridas.

Enfim, apesar dos pesares, foi uma aventura divertida, por vezes bem morna, mas interessante de se conhecer.

Talvez um volume único fosse mais adequado, com alguma redução...

No mínimo, comprovamos que nem toda obra de uma ganhadora do "Nebula" tem necessariamente que ser excepcional.

Terminei
Avaliação : 3

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Planeta dos Dinossauros II - p.149

Ritmo inalterado, aventura bem mais divertida de acompanhar, apesar de continuar no mesmo contexto, apenas com outros conflitos.

Alguns desfechos chegam a surpreender, até seriam esperados, mas ocorreram bem no meio do caminho, deixam dúvidas quanto à continuação ou quais as novas motivações da trama.

Praticamente o enredo poderia se encerrar, sem graça, mas deixa expectativa dos caminhos reservados ou nos prepara uma grande frustração para o terço final.

O estilo da autora oscila bastante, por vezes retorna ao jeitão arrastado, por pouco tempo, é verdade, não chegando a nos desanimar.

Cheguei à página 149
Avaliação : 3

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O Planeta dos Dinossauros II

Em continuação ao enredo do volume anterior, a história ganha um ritmo inédito, bem mais empolgante, atraente, apesar de não ser assim inesperado.

Praticamente a enrolação do primeiro volume pouco contribui, salvo em algum momento futuro revelações interligadas surjam.

A quantidade de fatos novos chega a surpreender, mesmo que apenas para descortinar as decorrências dos movimentos iniciais da trama.

Envolvidos em contínuos e tensos eventos, podemos esquecer o marasmo da caminhada inaugural, até o momento confirmada como dispensável em muitos aspectos.

Confrontados a seus novos desafios, até as personagens parecem ganhar mais viço, perceptível na melhor diferenciação de suas personalidades.

Recompensados por um novo começo, a dificuldade agora é interromper a leitura, ávidos por descobrir os novos rumos da expedição.

Cheguei à página 76
Avaliação : 3

sábado, 21 de janeiro de 2012

O Planeta dos Dinossauros I - p.163

Lento, muito lento, acontece o desenrolar da trama, uma monotonia agravada pela falta de motivos.

Longas e demoradas descrições de cenários e situações sem grande conflito ou impulso.

Inesperadamente, um evento aleatório se mostra definidor, caminhamos tanto para algo desconexo mudar os rumos dos fatos.

Os últimos capítulos ganham um ritmo mais intenso, com disputas e revelações, algumas tão óbvias que chegam a nos fazer questionar a seriedade do texto.

No final, o desfecho remete apenas à continuação, recebemos o gancho para continuarmos o próximo volume, ainda que não tão entusiasmados.

Pouco nos resta a não ser conhecer as páginas do outro, quem sabe mais animadoras...

Terminei
Avaliação : 2

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O Planeta dos Dinossauros I

Sem personagens marcantes, a aventura se inicia cheia de diálogos, como se já fossemos íntimos das situações.

Dos dinossauros nenhuma menção direta, apenas podemos supor se tratarem dos imensos animais observados.

Pouco mistério esquenta a trama, somente uma observação tímida de anomalia, quem sabe uma semente para futuros desenrolares.

Ação também pouco se viu, mesmo quando houve a tentativa de provocá-la, mas veio tímida, um tanto estranha, meio artificial.

No geral, o enredo morno agrada, passa o tempo, com jeitão de sessão da tarde, com esperanças de melhoras na evolução.

A nós, resta continuar lendo...

Cheguei à página 51
Avaliação : 3

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sobre a Literatura - p.320

Obscura e nebulosa continuou a evolução do tratamento do tema, deixando dúvidas da adequação de sua escolha ou seus textos.

Uma discussão sobre a Poética aristotélica, sem avanços significativos, rocambolesca, mais parecendo um arroubo de erudição.

Então se volta o foco para um tal mito americano, a influenciar gerações de italianos, mas sem grandes vínculos com a dita literatura.

Outra guinada e se discute a força do falso, as perpetuações de equívocos pelo status quo, talvez no máximo uma discussão quase sociológica ou histórica.

Por fim, para terminar com qualquer esperança, um texto para descrever como o próprio autor enxerga seu modo de compor, seus caminhos e métodos, um tanto quanto autocentrado demais.

Textos nem tão bons, nem tão instigantes, porém sem dúvida de difícil aglutinação em um compêndio, algo como juntar qualquer discurso sobre o ser humano, afinal quase toda nossa expressão passou pelas letras.

Fica da obra um ar de catado, um mal arranjado aglomerado de ensaios do mesmo autor que alguém, por algum motivo, resolveu juntar em um único volume.

Terminei
Avaliação : 2

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Sobre a Literatura - p.239

Tecnicismos à parte, o desfile de aspectos da literatura segue ininterrupto, e hajam aspectos para esmiuçar!

Crítica e estilo, combatentes tênues, com equilíbrio de difícil obtenção, principalmente em se tratando de tão extensa variedade de considerações.

E pensar nas inúmeras camadas por trás das linhas, os diferentes níveis de profundidade possíveis de se obter na apreciação de um texto.

Nem se esqueceu o autor de particularidades como as sujeiras das formas, das quais mesmo os mais célebres ícones ficam sujeitos.

A complexidade aumenta no estudo da ironia intertextual e os níveis de leitura, tema familiar aos estudos da tradução e das compreensões da estrutura cultural dos idiomas.

Denso e um tanto monótono como antes, continuo galgando suas páginas, curioso das possibilidades de exploração do tema da literatura e suas surpresas permanentes.

Cheguei à página 239
Avaliação : 3